Vale a pena ler de novo

A  20ª e penúltima tarefa do Desafio 21,  idealizado pela @Nospheratt, é fazer uma retrospectiva do blog em 2011, e mostrar  o melhor que  produzimos este ano.

Selecionamos  11 posts  – um para cada mês – com uma variedade de temas relacionados a meu dia a dia como professora, mulher e cidadã, para  ilustrar  esta retrospectiva. Há crônicas divertidas. Outras mais densas. Todas com uma carga grande de mim.

 Já leu? Vale a pena conferir!

Este post mostra meu orgulho de ter um tema feito especialmente para mim! O Theme Drang, criação da competente amiga @nospheratt, é meu, todinho meu! Estou amando a casa arrumadinha, com este visual verdinho que é “a minha cara” : uma mestra eco-consciente!

Neste post, mostro o passo a passo de como preparei o sabão ecológico, reaproveitando óleo de cozinha usado. Testei uma nova receita, usando uma infusão de pétalas de rosas.

Aqui mostro algumas ideias sustentáveis que  utilizo em minha casa para reciclar as lindas garrafas de vidro de azeite. De vasos de flores a rega-vasos de plantas, o destino de minhas garrafas de azeite não é o lixo, com certeza.

Descrevo os momentos inacreditáveis que vivemos, quando, em uma escola vizinha à que eu trabalho, um homem invade a instituição e dispara tiros contra os alunos. A Secretaria Estadual de Saúde confirmou a morte de 11 estudantes. Outros 13 adolescentes ficaram feridos. Chocante.

Ao ver crianças celebrando a morte de Osama Bin Laden, somos levados a repensar a maneira como estamos educando nossos filhos, em meio a tantas influências externas que valorizam a vingança, o “olho por olho”, o “dente por dente”.

Sou daquelas mulheres que se incomodam com cantadas e demonstram isso. Não gosto de ser “homenageada” por um estranho na rua. Há mulheres, no entanto, que defendem a tese de que cantadas agradam e conquistam, porque massageiam o ego e fazem-nas se sentir únicas e importantes.

Com tanta violência neste mundo, as pessoas já não se sensibilizam com execuções sumárias. Pelo contrário, tratam como heróis os policiais que promovem a tal “limpeza social”. Porém, quando um destes supostos “bandidos”, assassinados sumariamente, é um inocente que conhecemos: uma criança, um amigo, um parente, um filho, clamamos hipocritamente por justiça.

Embora a situação atual da Educação não seja de muito entusiasmo, ainda é possível verificar situações em que estudar valeu muito a pena. E compartilho algumas destas experiências que vivenciei com meus alunos.

Os meninos, desde cedo, são encorajados a serem corajosos e os mais fortes. Por que, então, quando se trata de cuidar de sua alimentação ou do lugar em que moram, tornam-se incapazes?  “Comer” não é uma necessidade tanto de homens quanto de mulheres?

Esta crônica é inspirada em conversa que tive com uma senhora muito falante, sorridente e de bem com a vida, enquanto viajávamos de trem, na volta para casa. O  papo aconteceu tão naturalmente, que parecíamos velhas amigas – aos olhos de quem nos observava, às gargalhadas, enquanto ela ia contando suas histórias. Uma delas me impressionou e divertiu ao mesmo tempo, e eu a relato no link acima.

Em minha experiência diária como professora, a cada aluno meu que morre, vítima de violência por ser negro e pobre, e, consequentemente, um bandido, penso no quanto ele é precioso. E o primeiro passo para ajudá-los é romper a distância e o preconceito que existem em relação a estes meninos.

Boa leitura! Ah, e me contem o que acharam, tá?

Imagem: daqui, em CC

 

 

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