5 comentários para “Dê para quem ama um cofrinho… ♫”

  1. cybelemeyer

    Olá Denise!!
    AMEI! Valeu esperar! (risos).
    Fiquei apaixonada pela sua “pequena” Clarisse. Que menina mais linda! Parabéns!

    Adorei o conceito: trabalhar, poupar, consumir. É exatamente isso que tem que ser passado para os filhos, porém não é bem isso que acontece. As crianças de hoje tem conceitos bem diferentes: pedir e ganhar – pedir e ganhar e assim por diante.
    Obrigada por sua cotribuição. Ela veio engrandecer ainda mais a nossa blogagem.
    Obrigada querida e seguimos em frente
    beijinhos (para as duas rssss)

  2. Luma

    As crianças muito pequenas ainda acham que basta ir ao Banco e pegar dinheiro. A primeira pergunta que fiz ao meu filho foi: – Quem coloca dinheiro no Banco para mim?
    Explicar como o dinheiro é gerado e como deve ser poupado, para conseguirmos comprar extras, faz parte das preocupações de quem programa o futuro dos pequenos.
    Faz um tempo aboli os cofrinhos em casa e faço troca, uma espécie de barganha. Por exemplo, dou o dinheiro para a merenda por semana e o troco sempre vem em moedas. O dinheiro que sobra por semana da merenda é dele. Quando alguém faz alguma entrega em casa, peço que pague sempre em dinheiro trocado. No caso, ele me dá as moedas e eu lhe devolvo em notas.
    Engraçado como as pessoas não dão valor às moedas! Deste jeito, ele entende que, se juntar muitas moedas, consegue uma nota ‘gorda’.
    Bom fim de semana! Beijus,

    1. denise rangel

      Luma, para crianças maiores acredito que esta solução seja melhor, porque eles não aguentam esperar, querem gastar logo. O importante, porém, é orientá-los quando ao desperdício e ao consumo desenfreado.
      beijo, menina

  3. Marco Antonio

    Fiquei aqui a lembrar das primeiras moedas que eu ganhei, foi cortando grama do jardim do vizinho. Não queria gastar de jeito nenhum porque achava se gastasse iria perder a sensação de essas eu ganhei sozinho, não foi meu pai quem me deu. Sensação muito boa que não se perdeu nem mesmo depois do saco de doce que eu comprei. rs
    Grande abraço

  4. ddenise rangel

    Sensação boa, né, Marco. Lembrei-me de que eu fazia uns grampos enfeitados para cabelo e touca de crochê, e os vendia para as colegas da escola. Dava para comprar shampoos, esmaltes, cremes e outras besteirinhas que meu pai julgava surpéfluos, hehehe.

    abraço, garoto

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