Sustentabilidade gera renda e cidadania

February 8th, 2010 Denise Rangel Postado em Faça a sua parte, Meio ambiente, Rede Ecoblogs | Quer comentar? »

Continuando a série de posts sobre a Flexpedition 2010, da qual participei como expedicionária, para conhecer em detalhes ações de cunho sustentável da GM.

Vou mostrar um pouco do Projeto Ruty Cassiano, no Jardim Oliveira Camargo, desenvolvido em parceria com a Prefeitura de Indaiatuba por meio da Secretaria Municipal da Família e do Bem Estar Social e Instituto General Motors.

Eu e os jornalistas expedicionários da Flexpedition 2010 conheceram um pouco da história do Ruty Cassiano, projeto  que atende mulheres socialmente vulneráveis, de famílias de baixa renda. Elas têm a oportunidade de aprender a costura industrial, com conhecimentos práticos de corte, costura, acabamento, bordados, confecção e criação de modelos.

Após conhecerem as instalações e detalhes do Projeto Ruty Cassiano,  eu e os jornalistas expedicionários adquirimos alguns dos belíssimos artigos produzidos pela mulheres. Vejam mais:

O projeto Ruty Cassiano torna possível a autonomia deste grupo de mulheres, que geram renda com as peças que produzem e também as vendem para terceiros. Para elas é uma oportunidade efetiva de reconstruir a identidade sócio-cultural,  compartilhar vivência em grupo e se desenvolver individual, social e comunitariamente.

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Livros online e offline

February 7th, 2010 Denise Rangel Postado em Arte e Literatura, Educação e ensino, Projeto de leitura | 2 Comentários »

Durante a Campus Party 2010, um grupo apaixonado por livros, composto por editores, blogueiros, professores , jornalistas, advogados e  estudiosos, se reuniu em uma Desconferência sobre livros digitais”, para discutir o futuro dos livros.

Estávamos lá, @deniserangel ( eu mesma!), @hedraonline, @ladyrasta,  @samegui , @ronaldopelli,  @alessandro_m , @gnsbrasil, @lenteaberta, @tebenas, @cybelemeyer, (esqueci alguém?),  com cobertura online no twitter, pela tag  #livrodigital.

A discussão teve como foco a mudança na forma de consumo na leitura de livros e em como os leitores vão encarar os livros no futuro. Discutimos o perfil do novo autor, diante de todas as possibilidades  de publicação on line e offline.

Deste encontro saíram algumas opiniões para algumas questões, entre elas: “o livro impresso em papel não vai morrer”;  “as pessoas optarão, em alguns casos, por leitores digitais”;  “outras, utilizarão exclusivamente os e-readers”. Todos concordamos que a leitura, a transmissão de informação, de conhecimento, de conteúdo, não vai acabar. Ufa!

Como vai ser a transformação da leitura na transição para o digital? Quais são os prós e os contra da transformação?  Quem prefere ler no papel, o que vai fazer? Essas e outras perguntas podem ser discutidas na comunidade Livros online e offline, criada em  O livreiro.

Quer entrar na discussão? Associe-se à nova comunidade Livros online e offline, em O livreiro e participe!

Foto: Sam Shirashi

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Matar baratas é antiecológico?

February 6th, 2010 Denise Rangel Postado em Faça a sua parte, Meio ambiente, Rede Ecoblogs | 1 Comentário »

É claro que a gente sabe que elas desempenham a importante tarefa de reciclar material orgânico. Ao se alimentar de restos de comida e de outros animais mortos, auxiliam na decomposição desse material. Sem o trabalho de bichos como baratas, moscas, mosquitos e ratos, muito lixo orgânico se acumularia nas ruas e muitos cadáveres demorariam a se decompor.

Porém, vamos aos fatos: teoricamente, toda mulher tem pavor de baratas (muitos homens também…), e quando o inseto asqueroso aparece fatalmente será abatido.

Agora imaginem esta situação: uma mulher dirigindo seu carro, em uma viagem relativamente longa, a mais de 100 km, em uma estrada de grande movimento, onde parar  o carro de repente pode significar um acidente grave. E então, alguém, no banco traseiro, grita:

– Uma barata! Grande e cascuda!

Nesta situação só existem três opções: parar o carro no acostamento e sair correndo; parar o carro no acostamento e matar a barata; ignorar a barata e continuar dirigindo, sem parar, até seu destino.

Pois é, esta mulher era eu! E optei pela 3ª opção. A barata pressentiu sua predadora por perto e seu fim iminente, pois eu não  hesitaria em matá-la, e, durante todo o trajeto de  mais de  3 horas ininterruptas, não apareceu mais. Até me esqueci dela. Nunca mais a vi. E não perguntei ao frentista que lavou o carro se havia encontrado a criatura.

Se matar baratas for antiecológico, então pratico deliberadamente uma agressão ao meio ambiente. Cá entre nós: você deixaria de matar uma barata em prol do equilíbrio ambiental?

Imagem: daqui

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A Revista dos Blogs fala sobre Família

February 6th, 2010 Denise Rangel Postado em Família e Amigos, Vida em sociedade | Quer comentar? »

A W3 Editora em parceria com a empresa Bites desenvolve o projeto de uma revista digital com conteúdo dos blogs parceiros da Rede MdeMulher da Abril.

As edições da revista dos Blogs são semanais e têm um tema específico. As primeiras edições abordaram os temas Entretenimento, Moda e Campus Party.

A edição atual enfoca o tema Família e você pode conferi-la agora. Para folheá-la, clique na revista acima e boa leitura!

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Boa praia, ser humano!

February 6th, 2010 Denise Rangel Postado em Faça a sua parte, Meio ambiente, Rede Ecoblogs | 1 Comentário »

Seres humanos. Verão. Calor. Praia. Lixo. Mar. Animais marinhos. Morte.

Se perguntarmos a qualquer pessoa se ela recolhe os restos de comida e objetos que consome na praia, certamente a maioria dirá que sim. No entanto, o lixo deixado na areia mostra o contrário. Será que tais “seres humanos” não se importam com os outros, também seres, que vivem na água, os seres marinhos?

Os resíduos gerados nas praias, pelos seres ditos humanos, além de promoverem a degradação da paisagem,  deixando-a esteticamente desagradável,  comprometem a saúde de seus frequentadores, pois favorecem o desenvolvimento de microrganismos como fungos, vírus e bactérias, que causam micoses, hepatite e tétano; ou atraem os vetores de doenças, como moscas, baratas e ratos.

O mais trágico, porém, e que parece não incomodar os seres humanos poluidores, é a ameaça à vida dos seres marinhos. A morte de animais por aprisionamento, asfixia ou infecções, provocada pelo acúmulo de materiais no ambiente marinho, na maioria plásticos e outros derivados do petróleo, preocupa cientistas e ambientalistas de todo o mundo. Vários estudos científicos constataram a mortalidade de peixes, aves, tartarugas marinhas, golfinhos e baleias por ingestão de lixo marinho.

Infelizmente, tal desastre parece não preocupar os seres “humanos” frequentadores das praias. Quanto mais “desenvolvido” for um povo, maior será a geração de resíduos sólidos, plásticos, nylon, isopor e outros derivados de petróleo, de difícil degradação natural.

E mesmo quem não joga o lixo diretamente na praia, pode contribuir para este grave problema ambiental. Os resíduos deixados na rua chegam facilmente aos rios, levados por ventos e enxurradas,e consequentemente, ao mar. Olhe a rua agora e veja a quantidade de sacolas plásticas, garrafinhas, e outros “trambolhos” jogados na via pública. Estima-se que até 80% do lixo encontrado em praias chega à costa através dos rios próximos e se espalha rapidamente no mar.

Grande parte das pessoas ignoram os princípios básicos de cidadania e tratam o espaço público como algo que não é  de sua responsabilidade manter limpo. São poluidoras em potencial de suas próprias praias e de outras praias também. Dependendo das condições oceanográficas, o lixo chega a atingir praias desertas, ilhas oceânicas ou recifes costeiros.

Há também os prejuízos econômicos, que incluem os gastos com limpeza e a redução do turismo (quem vai  frequentar uma praia imunda?), além de danos à pesca e à navegação. São razões mais que suficientes para  os seres humanos levarem sua sacolinha à praia e recolher seus resíduos gerados por lá.

Divirta-se conscientemente. Seja humano. Viva e deixe viver os seres marinhos! Boa praia, ser humano!

Fonte: lixo no ambiente marinho

Imagem: Didiu Rio Branco

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Pequenas grandes ações

February 5th, 2010 Denise Rangel Postado em Faça a sua parte, Meio ambiente, Rede Ecoblogs | Quer comentar? »


uso consciente da água

Continuando a série de posts sobre a Flexpedition 2010, da qual participei como expedicionária, para conhecer em detalhes ações de cunho sustentável da GM.

Quando estivemos no Centro Tecnológico, o edifício ecológico da GM,  pudemos perceber que a preocupação  com a saúde dos funcionários e do ambiente é um diferencial na empresa.

Treinamentos de conscientização ambiental são realizados periodicamente, com o objetivo de atingir 100% dos funcionários, potenciais multiplicadores de ações sustentáveis. A GM utiliza uma ferramenta denominada  “5 Minutos Ambientais”, para explicar como todos podem reduzir o impacto ambiental de suas atividades. E, no mês de junho, durante a Semana do Meio Ambiente, os Engenheiros Ambientais realizam atividades de conscientização entre os funcionários.

Com ações simples, os funcionários da GM são estimulados a preservar o meio ambiente, no uso consciente da água, ao lavar as mãos, e do ar-condicionado e equipamentos eletrônicos. Aprendem a evitar a impressão de papel,  sempre que possível; a  optar por materiais reciclados,  entre outras ações  ecologicamente corretas.

O conceito da sustentabilidade norteia ações e projetos que fazem parte do cotidiano da GM, visando ao respeito pelo meio ambiente e pelas pessoas. São pequenas atitudes de incentivo a seus funcionários que se tornam grandes, quando eles colocam em prática algumas ações simples que podem fazer diferença no futuro.

Continuaremos postando sobre a Chevrolet Flexpedition 2010,  um passeio pela GM do Futuro. Acompanhem.

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Está chegando a hora!

February 5th, 2010 Denise Rangel Postado em Faça a sua parte, Meio ambiente, Rede Ecoblogs | Quer comentar? »

Em 2009, 500 milhões de pessoas, em mais de 4 mil cidades de 88 países apagaram as luzes, em um manifesto contra o aquecimento global. Este ano, na Hora do Planeta,  a Earth Hour, vamos superar estes números?

No dia 27 de março de 2010, de 29h30min às 21h30min, diversos monumentos do país serão apagados por 1 hora para mostrar a preocupação com o aquecimento global.

A Earth Hour começou em 2007, em Sydney, Austrália, com 2,2 milhões de residências e empresas deixando as suas luzes apagadas durante uma hora. Um ano depois, tornou-se um  evento de sustentabilidade global com até 50 milhões de pessoas entre 35 países participantes. Locais como Golden Gate Bridge, em San Francisco, O Coliseu de Roma,  outdoor da Coca-Cola, na Times Square, tudo ficou em trevas, como símbolo de esperança para uma causa que se torna  mais urgente, por uma hora.

No Brasil, o objetivo este ano é alertar contra o desmatamento, responsável por mais de 70% das emissões de gases de efeito estufa, e mostrar que desejamos o controle das emissões de gás carbonico, a fim de contribuir para que o aquecimento global se mantenha abixo de 2°C, como preconiza a comunidade científica.

Para fazer a diferença é necessário que todos se preocupem com este grave problema: o aquecimento global.  Participe também: APAGUE AS LUZES DE SUA CASA POR 60 MINUTOS!

Anote em sua agenda:

Dia 27 de março – 29h30min

A Hora do Planeta

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Pintura de carros sem cheiro e sem sujeira

February 3rd, 2010 Denise Rangel Postado em Faça a sua parte, Meio ambiente, Rede Ecoblogs | Quer comentar? »

Continuando a série de posts sobre a Flexpedition 2010, da qual participei como expedicionária, para conhecer em detalhes ações de cunho sustentável da GM.

A expedição prossegue em direção à área de pintura dos automóveis. As lâmpadas estão acesas devido  à nossa presença.  Nas áreas operadas mecanicamente, as luzes permanecem apagadas.

Na lavagem dos carros é utilizado desengraxante ecológico com detergente biodegradável a fim de reduzir a emissão de solventes no meio ambiente, além de reduzir também, o consumo de água em cerca de 1 milhão e 500 mil litros por ano. No processo, são economizados 13 milhões e 500 mil litros de água nas lavagens pós-tinta.

Todo excesso de tinta é coletado e transformado em material sólido, a borra de tinta, através de um processo químico que coagula a tinta misturada à água. Na etapa denominada Primer, observa-se a redução de compostos orgânicos voláteis. A aplicação de base e verniz nos carros , é automatizada, gerando reduçao de 10% de tinta neste processo.

O cuidado e o respeito ao ambiente, como a preocupação com a saúde dos funcionários foi algo que me chamou a atenção. Quase não se vê tinta no chão e na roupa dos empregados. Não senti cheiro de tinta em momento algum.  O uso de robôs na pintura automatizada diminui o desperdício de tinta. O ar do ambiente é insuflado, de modo que não é necessário o uso de máscaras pelos funcionários.

Continuaremos postando sobre a Chevrolet Flexpedition 2010,  um passeio pela GM do Futuro. Acompanhem.

Foto: Alberto Oliveira

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