10 comentários para “Uma oportunidade pelo amor de Deus”

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  2. Lucia Freitas

    Eu convivo há mais de 10 anos com a “Maria Louca”, uma moradora de rua absolutamente esquizofrênica, que vive há muito tempo aqui no bairro. Não, ela nunca me bateu, mas quem mora ou trabalha aqui no pedaço sabe bem do que estou falando.
    Fato é que, segundo estudo da UNIFESP aqui em S. Paulo, só entre as crianças que estão nas ruas de Sampa o índice de doenças mentais é o DOBRO do da população em geral. O mesmo se repete na periferia.
    Miséria enlouquece. E aí, Dê, não há oportunidade que salve. É preciso atendimento mesmo.
    Meus dois cents.

  3. Lunna

    Eu não dou esmola porque acho esse tipo de coisa deprimente. Mas tem que dê e alimente esse tipo de coisa. Acho que todo mundo já passou por uma condição igual a que vc citou. Aqui em casa já aconteceu de estarmos lavando a calçada e a pessoa vir pedir algo. O Marco ofereceu pagamento para que ele terminasse o serviço e ouviu dúzias de desaforos. Também é comum ver crianças pedindo no trânsito e entregando tudo que conseguem a adultos que ficam bebendo e fumando num canto.
    As pessoas acham que estão fazendo sua parte, mas não estão.
    Enfim, cada cabeça uma sentença.
    Bacio

  4. denise rangel

    Lu e Lunna,

    Concordo que para os doentes mentais, tratamento.O que a gente vê nos hospitais psiquiátricos é superlotação e não há vagas nem para quem tem INSS ou plano de saúde.Imagine se o Estado vai recoher estas pessoas pra tratar delas. O máximo que fazem é colocá-las em abrigos em dias de tempestade ou frio intenso.E assim que podem, elas voltam pras ruas.
    Refiro-me aos que podem trabalhar, recusam trabalho e preferem ficar nas ruas. E isto a gente sabe que existe.
    beijo, meninas

  5. Grace Olsson

    Denise,

    é muito complicada a questao.
    No Mundo de hoje, já nao sei de mais nada.
    Vc veja o caso dos refugiados na Suécia.receberam chances de vida melhor, mas, uma vez aqui, saem atacando pessoas, violentando, etc
    Simples assim…
    O Mundo está, realmente, enlouquecedor.
    e eu,d efinitivamente, venho, a cada dia , perdendo a confianca na HUmanidade.

  6. denise rangel

    Grace,
    Eu ainda não perdi a confiança na humanidade, mas em alguns humanos. Como a Lu disse, alguns precisam de tratamento, enlouquecidos pela miséria e violência.
    Se aceitassem ajuda, muita coisa mudaria para eles. Pena que preferem a violência.
    beijo,menina

  7. Allan

    Confesso que não sei como agir. Sempre achei que dar esmolas estimulava a mendicância e sei de muitas histórias de gente que faz uma boa grana com equipes de falsos mendigos. Me embrulha o estômago quando vejo que crianças são exploradas nessas situações. Mas também sei de muita gente que acaba virando mendigo por falta de opção ou por insanidade. Como identificar cada caso?

    Otimista e sonhador, continuo preferindo acreditar no ser humano, mas escolhi contribuir – quando posso – com instituições de caridade que atuam na cidade, onde posso verificar que alguma coisa realmente está sendo feita. Levo roupas velhas – limpas – à Cáritas, alimentos secos (que não necessitam de geladeira) a uma entidade do bairro que dá auxílio a ex-prostitutas vítimas do tráfico de pessoas (principalmente do leste europeu). Há uma entidade que aceita bicicletas velhas, as repara e as envia a Burquina Faso. Vi uma foto de um rapaz sorridente sentado sobre a minha velha bicicleta em uma rua de terra, em frente ao barraco onde mora em algum canto daquele país. Enfim, ajudo como posso quando tenho a certeza de que a minha doação será um ato solidário, e não para sustentar a pilantragem. Mas que dói ver alguém pedindo esmola ou tentando vender bugiganga, ah, isso dói.

  8. aninha pontes

    DE:
    O mendigos da época de nossas mães, pediam comida, por absoluta necessidade, por fome.
    Hoje o que eles querem, não é comida, é droga, e isso os deixa completamente loucos, sem noção da realidade.
    Por isso, por precaução, mantenha deles, uma distâcia possível e segura. Você nunca sabe quem está ali. Se um louco, ou um pobre, miserável.
    Um beijo

  9. Marcia H

    Incrível é que aqui tem muito pedinte. Eles tocam na porta da minha casa. Já ouvi muitos desaforos ao oferecer comida, mas já ouvi muitos agradecimentos tb.

    Doentes mentais existem no mundo inteiro, na fazenda organica onde compro verduras tem um assim, com sindrome de Touret, que xinga o tempo inteiro. Minha filha tem medo dele, eu nao, pois sei q ele está sendo medicado e cuidado, entao só sobram os palavroes.

    bjss e se cuide

  10. Denise Rangel

    Dá medo, porque a gente não sabe se estão agressivos ou receptivos. Uma ajuda pode se tornar um risco.
    beijo, menina

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