8 comentários para “Soja não poluente”

  1. Maria Augusta

    Denise, parabéns por estar conseguindo abolir a carne de teu cardápio, e por todo teu empenho em relação aos problemas do meio ambiente.
    Muito interessante a questão do Valter e a tua resposta, fiquei contente em saber que areas da Amazônia já devastadas estão sendo recuperadas com a plantação de dendê e de soja.
    Te desejo uma Feliz Páscoa, com muito amor e paz junto aos seus.
    Beijo.

    1. Denise Rangel

      Está mais fácil que eu imaginava. O esforço deve ser algo natural, um hábito que todos deviam ter, de mudar alguma coisa para termos um lugar melhor para viver, com qualidade de vida.
      beijo, menina

  2. Lucia Freitas

    Dê,
    Bacana, bacana. Mas… a questão da soja vai além do impacto ambiental – desmatamento, uso de diesel e talz… – acho eu na minha santa ignorância. como por exemplo a soja transgênica de que nosso amigo Jorge tanto fala.
    Como a questão que me assombra: se todo mundo consumir soja – usada para muitos outros fins, como rações animais – onde é que vamos plantá-la. A gente precisa repensar esta história de filhos. Pra ontem…

  3. denise rangel

    Sim, sim, Lu, vai muito mais além. Tive o cuidado de verificar se a empresa citada produz soja transgênica -assunto para um outro post. Na minha ignorância, penso que há tanta terra não cultivada, tanta gente morrendo de fome que, e há tanta floresta derrubada que pode e deve ser replantada com árvores e comida, seja soja ou outro alimento. A questão do post focou-se nos combustíveis devido à observação do Valter. Vamos falar sobre a soja transgênica mais pra frente, ok.
    beijo, menina

  4. aninha pontes

    Sei não. Continuo achando que tudo não pode nem deve ser nem tanto o céu, nem tanto a terra.
    Há necessidade de haver equilíbrio. Continuo preferindo a carne à soja.
    Mas isso é apenas uma questão de gosto.
    Beijos meu bem.

  5. denise rangel

    Respeito tua opinião. Não sou radical e você sabe disto. Vivo um dia de cada vez e, no momento, penso desta maneira e me sinto bem. Minha filha continua fazendo carne de todos os tipos. Não faço campanha. Mudanças de hábitos devem vir de dentro para fora, não o contrário.
    beijo, menina

  6. valter

    DE,
    matou a pau. Gosto de divergir de vc, pois sempre vem com argumentos consistentes.
    Focando no tema: a cultura da soja tem que ser encarada com seriedade assim como a da cana. Fazem parte do mesmo processo. Onde se planta cana exaustivamente temos o mesmo resultado perverso: exaustão gradativa da terra, desemprego brutal pois tira mão de obra (apesar que nesse caso temos muito o que discutir ainda pois a ocupação humana pelos usineiros é uma barbárie); ainda na caso da cana temos a questão ambiental: queimada, aquecimento global e poluição.
    Enfim, haja problemas!
    Mas, vamu que vamu que a vida é bem mais que isso.
    Beijo, menina

  7. denise rangel

    ValterO problema é super complexo, mas eu penso que, se é possível utilizar as terras que foram devastadas plantando-se alimento, então, por que não fazê-lo. Reflorestar, plantar, é bom para o ambiente e gera empregos. Não me refiro a desmatar para plantar, mas a replantar o que já está devastado. O caso da cana é outro problema que merece ser visto com carinho.
    Obrigada por trazer assuntos importantes para reflexão.
    abraço, garoto

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