10 comentários para “Se não for para fazer algo brilhante, não o faça”

  1. João Antonio Rodrigues Ventura

    Já tinha o gosto da leitura; agora, na maturidade, descobri o prazer da escrita. Não sei se é brilhante, mas é o que mais gosto de fazer depois da leitura. E procuro fazer o melhor dentro das minhas limitações. Bom final de semana.

    1. Denise Rangel

      João Antônio,
      Pelo que tenho lido de seus textos, sua escrita é, sim,brilhante.Traz prazer a você, que gosta de escrever, e aos leitores, que apreciam teus textos.
      Abraço, garoto

  2. Allan

    Costumo me empenhar em quase tudo o que faço, mas nem sempre o resultado é o que espero. Pode faltar paciência, conhecimento ou simplesmente não ser o momento ideal. Mas quando insisto e luto, o resultado é satisfatório.

    Noutros momentos, gosto de pensar que não tenho que ser o melhor nada, apenas relaxar e viver. Um copo de vinho, um banco de praça e observar a vida.

    🙂

    1. Denise Rangel

      Allan,
      Às vezes quero a segunda opção também. Relaxar e ver a vida passar pode ser uma experiência enriquecedora. Depende do ponto de vista.
      Abraço, garoto

  3. luma rosa

    Oi, Denise!
    Fazer algo brilhante e que não envolva dinheiro? Eu tenho um projeto de fotografar o céu durante os 365 dias do ano, no mesmo horário e lugar… está difícil. Já perdi 3 dias nesse ano. Realizar coisas simples e com disciplina é ramerrame… 😀

  4. Denise Rangel

    Luma, prazer e dever, nem sempre caminham juntos. Prazos e metas precisam ser maleáveis. Gostaria de ver suas fotos. Estão publicadas?
    Beijo, menina

  5. luma rosa

    Oi, Denise!
    Deixei o tripé montado para que a foto seja batida sempre na mesma posição, Posso programar a máquina, mas as vezes esqueço, assim como de carregá-la. Parece que os meus 365 dias não será de um único ano! Não publiquei na internet ainda e se o fizer, farei de uma só vez!
    Beijus,

  6. Lucia Freitas

    Então vamos de novo, porque eu fui a primeira a comentar e acabou não entrando (e claro que já não lembro mais o que escrevi).
    A minha questão é: o que é brilhante? porque tem que ser brilhante e não preto fechado? Acho que essa coisa do “tem que ser brilhante” muito perigosa. Vivemos numa sociedade em que o erro é escondido, feio, bobo… E é com o erro que a gente aprende, faz mudanças importantes, produz diferença.

    Outro dia tive uma longa conversa sobre os jovens que não experimentam nada, seguem roteiros prontos – feitos pelos seus pais, cumprindo as expectativas de fora. Eu tenho a intuição de que isso é resultado de duas falácias que estão no seu texto: ser brilhante e fazer o que gosta.
    (Sim, acho que a gente tem que fazer o que gosta, mas não só. É bacana também aprender a fazer o que não gosta- sem sofrer, de preferência…)
    Acho que era isso. Meus dois cents

    1. Denise Rangel

      Lu, bem pensado. Por que tem de ser brilhante? Porque nos faz bem. Passamos a vida fazendo o que nos é imposto. Quando temos a oportunidade de fazer algo que realmente queremos, por puro prazer, não por dever, isto nos traz satisfação. A este brilho que me refiro. Já ouviu alguém dizer: “quando me aposentar vou fazer isto ou aquilo.”? Então, é isso!
      Beijo, menina

  7. Satisfação garantida em duas vias | Sturm und Drang!

    […] minhas aulas de Literatura. Logo iniciei o Projeto Roda de Leitura, com meus alunos. Mais tarde, expandi o projeto a um público mais abrangente, adultos,  jovens e crianças, em ambientes diversificados, como escola, empresas e […]

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