3 comentários para “Pedras que choram”

  1. Lunna Guedes

    Oi Denise, gostei muito do seu post por me fazer voltar no tempo. Lembro quando perdi meus pais, de uma forma estupida e estranha. Eu tinha um jogo decisivo, era final do basquete e tinha que ser o meu melhor jogo. Meus pais sempre assistiam e eu confesso que procurei por eles nas arquibancadas e achei estranho não vê-los lá. Estava concentrada no jogo, era importante para o time e para mim também.
    O técnico soube do acidente com eles no meio da partida, mas só deixou me contarem ao final do jogo, que nós vencemos. Nunca mais consegui jogar basquete depois daquele dia. Muita coisa mudou de repente. Eu entrei em depressão e as coisas foram seguindo um caminho diferente que eu simplesmente não percebi, fui percebi anos depois com a terapia. A sensação que eu tenho é que passei anos da minha vida fazendo algo sem perceber realmente que estava fazendo. É estranho como a dor da perda de alguém nos atropela e é mais estranho ainda quando a gente desperta daquele estado de letargia e percebe que está vivo e não pode ignorar esse fato.
    Bem, é isso. Beijos a você e boa semana…

  2. valter ferraz

    DE,
    e nós aqui. Firmes na parada, juntinhos com voce!
    Beijo, menina

    ps: Cê perdeu. O lançto do livro do Caco, estava supimpa(epa! essa expressão é do meu tempo, não do seu)

  3. denise

    Lunna, demora um pouco para a gente perceber que a vida continua, e que gostaríamos que o tempo parasse um pouco antes, não é mesmo. Mas a própria vida e o tempo se encarregam de nos acordar. Estamos vivos e não podemos ignorar este fato. Muita coisa mudou e não vai voltar a ser como antes, mas a fé de que é possível viver apesar de tudo, esta é o alimento de que precisamos para não desistir.
    beijo, menina

    Valter, vocês não vão contar como foi a festança? Onde estão os posts e as fotos? Quero ver tudo, hehe.Obrigada pela força.
    abraço, garoto

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