4 comentários para “O poder eterno da palavra manuscrita”

  1. Tony

    Mantenho esta conexão com a minha futura esposa e com minha mãe, quando não há o contato pessoal fica o bilhete manuscrito, e preservei um do meu pai (falecido há 2 anos), do unico presente que pude ganhar de natal durante a minha infancia. Troquei cartas com uma amiga até 2 anos atrás, que ela, por começar a cuidar da 2ª filha (e eu enfiado em frilas) optou (optamos) por virtualizar todo o contato. Mas fiz o mesmo que você, até mesmo para amores anteriores: o que considero marcante, está escaneado e devidamente arquivado pra quando a memoria da cabeça começar a falhar :)… parece que não, mas também são pedaços do que somos essencialmente. Beijo!

    1. Denise Rangel

      Tony, a memória falha, realmente. O digital nos ajuda a preservar estes momentos de carinho, de sentimentos, de calor humano. Tomara que nos tornemos mais reais e menos virtuais.
      Abraço, garoto

  2. Luma Kimura

    Sempre acreditei na força dos sentimentos que estes pedacinhos de papel carregam e a sensação de que o digital, por mais sincero e carinhoso que seja a intenção, jamais vai ser a mesma coisa às vezes é tão forte em mim que chega a me agoniar.

    Desde sempre sou uma adepta do manuscrito. Cartas, bilhetes, agendas, diários, o que for. É claro que a frequência diminuiu, mas procuro manter o hábito vivo, ao menos de vez em quando. Odeio a ideia de deixar tudo isso morrer completamente.

    Acho que meu grande problema é não ter coragem de me desfazer de absolutamente nada. Tenho caixas, caixas e caixas repletas de papéis manuscritos de todos os tipos, já chego a ter dificuldade para armazenar tudo. Outra tarefa que preciso encarar mas vivo adiando é a digitalização de todo esse material. O papel tem seu charme e mesmo que consiga digitalizar tudo ainda não creio que terei coragem de jogar fora antes que as traças façam seu trabalho, mas, ah… essa vulnerabilidade!

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