Criança pode usar o cinto abdominal sem o booster

Alterações na lei da cadeirinha

O Contran (Conselho Nacional de Trânsito) decidiu alterar a lei da cadeirinha para carros que só possuem cintos de dois pontos (ou subabdominais) no banco traseiro.  A justificativa é a de que, segundo o Inmetro, não há no mercado, atualmente, equipamentos  adequados ao cinto de dois pontos. A medida atende a orientação médica e a recomendação do Ministério Público Federal.

Mudança já está em vigor

Desde ontem, dia 6, o transporte de criança com idade inferior a dez anos pode ser realizado no banco dianteiro do veículo, com o uso do dispositivo de retenção adequado para a criança (bebê-conforto, cadeirinha ou assento de elevação).

As crianças de quatro a sete anos e meio, quando levadas com cintos abdominais de dois pontos, não devem usar booster. Quem possui cadeirinhas produzidas antes de 2008, adequadas ao cinto de dois pontos, não receberá multa se estiverem no banco traseiro.

Que equipamento de segurança usar para transportar a criança:

Bebê-conforto – da saída da maternidade até 1 ano. Voltado para o vidro traseiro, com leve inclinação, deve ser preso pelo cinto de segurança do veículo. As tiras devem ficar ajustadas ao corpo da criança, com um dedo de folga.

Cadeirinha – de 1 a 4 anos. Deve ser instalada de frente para o painel e presa pelo cinto de segurança do veículo.

Assento de elevação – de 4 a 7 anos e meio. Deve ser usado com o cinto de segurança de três pontos para que passe nos locais corretos do corpo da criança: pelo centro do ombro e do peito e sobre o quadril.

Cinto de segurança no banco de trás – Acima de 7 anos e meio a 10 anos. A criança pode usar apenas o cinto de segurança quando conseguir apoiar as costas por inteiro no encosto e dobrar os joelhos na borda do banco. Nesse caso, o cinto passará pelo centro do ombro e sobre o quadril.

E a carona, como fica?

Se a criança tiver entre quatro e sete anos,  a mãe deve acomodá-lo no cinto de segurança de dois pontos.  Os carros mais novos possuem cinto de três pontos. Neste caso, cabe ao responsável pela criança levar  o booster na mochila (ou a cadeirinha, se for o caso).  Assim, não há constrangimentos para  quem dá carona, ao ser flagrado pela fiscalização.

Fiquem atentos: criança fora da cadeirinha ou sem cinto significa R$ 191, 24 de multa! E que Deus nos guarde de episódios como os de João Hélio

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