7 comentários para “Cães: um amor mais forte que a morte”

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    […] This post was mentioned on Twitter by denise rangel. denise rangel said: O amor e a fidelidade de um cãozinho é emocionante e resiste à morte. http://ow.ly/1sAaA […]

  2. Lunna

    Já tinha visto esse comercial em algum lugar e cá estou eu com lágrimas nos olhos. Tenho um cão (vc sabe disso) e ele é lindo, está aqui comigo agora, dormindo no meio do caminho e espiando o mundo a sua volta. Ele tem tudo que eu possa dar a ele e não faria o que faço por ele por uma criança. Não tenho vocação para ser mãe de um humano, mas ele é meu filhote, meu companheiro, parceiro, amigo e juro que não entendo como as pessoas simplesmente se livram de um animal. Isso me incomoda muito.
    No seu caso você não se livro dele, apenas arrumou um novo amigo pra ele, mas há pessoas que simplesmente deixam os cães nas ruas, nas esquinas, em estradas…
    Beijos pra vc

    1. denise rangel

      Obrigada, Lunna
      Mesmo assim, sinto que não tenho mais direito a ter um amigo desses.Creio que falhei em minha missão. Talvez o tempo me mostre o contrário.
      beijo, menina

  3. Ariane

    Tenha um cãozinho sim, vai te fazer bem, e você estará ajudando alguém que precisa de uma família..
    Mas terá que prometer a si mesma que não irá abandoná-lo nas horas ruins.. pois ele também não fará isso..

    Tenha sim! Não há nada a perder. Cão é tudo de bom.

  4. Silvia

    Olha, Denise, dor de mãe-órfã deve ser a maior dor do mundo, e só quem já passou por isso para saber. Você não abandonou o Brad, você quis dar melhores condições a ele. Cachorros realmente não têm condições de ficar sozinhos das 7 às 22h. A doação às vezes é um mal necessário. Eu tive quatro cachorros, hoje resta uma. Quando passei de 4 para 3, foi porque tive que doar a Athena, que brigava com todos os outros e, por isso, precisava ficar presa. Mantive o esquema de prender todo mundo e soltar a Athena até que aconteceu um acidente, e ela quase matou a Belle. Foi quando me dei conta de que não era justo arriscar a vida dos outros cachorros só porque não queria me desfazer dela (eu tinha loucura pela Athena). Ela foi para uma casa ser “filha única”. No início, eu ligava para saber como ela estava, depois achei que era muita “invasão” minha, e parei de ligar.

    Outros dois morreram em 2008 e agora em 2010. Resta a Belle, que faz 13 este ano.

    Eu acho que, se você tem mais tempo agora e tem vontade, deve adotar um cãozinho, sim. Se procurar uma entidade de proteção animal para esse processo, melhor ainda, pois estará dando um lar para um animal abandonado. Mas é o seu coração que deve dizer se você quer ou não esse companheiro. Não adote pra “corrigir” o que você acha que fez de mal ao Brad (eu não acho que você tenha feito mal a ele), mas porque você quer. 🙂

  5. denise rangel

    Obrigada pela compreensão, Sílvia.
    Você tem razão: preciso avaliar o porquê de se ter um animal novamente. Para suprir a necessidade dele ou a minha?
    Valeu o toque, vou pensar muito sobre este aspecto.
    beijo, menina

  6. Você tem filhos? Tenho um cãozinho. | Sturm und Drang!

    […] pensando em nosso cãozinho. Até hoje, sinto-me culpada por tê-lo deixado na casa de uma colega, depois que meu filho partiu, porque lá havia crianças e eu julguei que seria melhor assim… […]

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