17 comentários para “Ainda há tanto pelo que lutar!”

  1. D. Afonso XX, o Chato

    “em triplas jornadas de trabalho!”
    Dê, aqui em casa quem cozinha e lava a louça sou eu. E não é para aparecer que digo isso. É por causa da generalização. Fica parecendo que “todos” os homens são iguais e não prestam igualmente. Esse, tb, é o problema do Dia Internacional da Mulher. Acaba virando o “Dia Internacional contra o Homem”.

    E gracias pelo “festivo”, hheheheheh

    De qualquer forma, parabéns!
    bjs

    1. Denise

      ‘Contra o homem”, não, Afonso, contra ‘os homens que apresentam tais comportamentos descritos. Claro que a intenção não é fazer uma rebelião anti-homem, mas bem que seria interessante, hehehe… brincadeirinha. Cozinha, é? Hummm…. Sorte de dona Kaya. gostou do ‘festivo’? , mas não se irrite, o Valter também me mandou flores e minha filha me deu bombom…
      abraço, garoto

  2. Maria Augusta

    Denise, é um ótimo post, este problema da violência doméstica contra as mulheres é grave no mundo todo. Existe também a violência doméstica psicológica, que destrói sem deixar traços. Existe tanta coisa ainda para ser realizada para a defesa das mulheres. Houve muito progresso, mas ainda há muita coisa que precisa ser resolvida.
    Parabéns pelo post e um beijo.

  3. delino

    Denise, meus cumprimentos pelo texto e pelo Dia Internacional da Mulher.
    Beijos

  4. Allan

    Acabo de chegar em casa, depois de uma pizza com as minhas três mulheres. As pizzarias são os únicos lugares que não estão tomados por bandos de italianas enchendo a cara.
    Também não gosto dessa história de ter um dia certo para festejar as mães, as mulheres, ou o que quer que seja. Meu respeito às mulheres é no dia-a-dia, no modo como educo minhas filhas e nas ações concretas que estão ao meu alcance para mudar alguma injustiça.
    Por outro lado, se ainda há muito a conquistar, devemos pensar e agir para mudar onde a situação é pior. Ou seja, nos países sem liberdade às mulheres e que não respeitam os direitos civis. Não consumindo produtos produzidos nesses países pode ser um começo, não prestigiar eventos dessas culturas, um outro pequeno passo. E divulgar.

    No caso dos países ocidentais acho que esse tipo de manifestação acaba dividindo mais que unindo. E dividir não é somar. Se lutarmos, todos juntos, por igualdade, respeito, direitos civis e sociais para todos (TODOS) não haverá minorias nem marginalizados. Eu sei que é utopia, mas em uma época permitir às mulheres aprender a ler e escrever também era uma utopia.

    Auguri!

  5. aninha pontes

    Menina, parabéns.
    Que bom que existem mulheres como nós, sem maiores problemas, sem brigar com os homens.
    Gostei do comentário do Allan, parabéns por fazer das mulheres dele, simplesmente mulheres.
    O Afonso, um homem sensível que simplesmente acha que mulher é igualzinha a ele.
    Merecemos os parabéns, todos os dias, não somos nada de excepcionais, somos gente, somos mulheres, cada coisa no seu lugar, do jeito que tem de ser.
    Beijos querida.

  6. Denise

    Augusta, certamente vamos ter de trilhar um longo caminho para que as mulheres discriminadas e desrespeitadas conquistem seus direitos.
    beijo, menina
    Adelino, , obrigada pelo carinho e minha solidária e carinhosa homenagem a sua querida Léa.
    abraço, garoto
    Allan, O Afonso citou a lei que protege a mulher agredida, mas eu penso que a lei só beneficia quem tem posição social e econõmica privilegiada. Quanto ao boicote às culturas é uma idéia que podiamos levar adiante, mas, o costume de desrespeitar a liberdade e integridade das mulheres está tão arraigado, como a mutilação das mulheres, que chego a pensar que é uma luta vã.
    Mas, não creio que seja utopia continuar acreditando que as coisas podem melhorar, pois as mudanças são muito lentas, mas acontecem.
    abraço, garoto
    Aninha,querida, “mulheres como nós, sem brigar com os homens”,hehehe, acho que eu não sou assim, não. Tô sempre brigando com eles, ha ha. Mas, falando sério, o ideal é que houvesse este entendimento sempre entre todos , né mesmo.
    beijo, meinina

  7. Jucimara

    Denise, quanto tempo heim?
    Votei, quer dizer votando devagarinho, mas nem sei linkar ninguem, nunca soube, mas logo aprendo.
    Parabens prá nós né?
    Beijos!!!

  8. Vivina

    Denise,

    ando sumida, mas sem me esquecer de você.
    Bom voltar aqui, te ler, e sentir que continuamos, apesar de tudo. Por mais difícil que tudo possa ser – ou parecer -, continuamos.
    Beijo e carinho da
    Vivina.

  9. Luma

    A violência contra a mulher está em todos os níveis sociais e somente uma mudança de mentalidade, com punições severas, isso terá fim. Enquanto isso, as mulheres que lutam pela independencia e a conquista, dificilmente aceita esse tipo de situação. Feliz dia!! Beijus

  10. Lucia Malla

    Denise, muito bom seu post. E adorei o comentário do Allan! Acho q é bem por aí: os esforços de luta dessa data deveriam ser enfatizados nos lugares onde as mulheres ainda sofrem deveras com submissão, como na maior parte do Oriente Médio, na Índia, e por aí vai.

    Beijos.

  11. Luiz Santilli jr.

    E de onde vem a discriminação da mulher?

    Vem das religiões!

    Começou em Gênesis, com Eva levando toda culpa pela desobediência descabida!
    Em toda a parte inicial da Bíblia, a mulher é relegada a ser de segunda categoria, pois Adão foi criado à imagem e semelhança de Deus, a mulher veio de uma costela de Adão, depois de um dia cansativo em que Deus tentou ajudar Adão a encontrar uma companhia entre os seres vivos, e não achou nenhum que o agradasse (Gênesis 2:20-21).
    Foi a sorte, pois se Adão tivesse se encantado com uma cabrita, babau, Deus não teria criado a mulher, seriamos todos mini-centauros!
    Santilli

  12. Denise

    Jucimara! Bastante tempo, mesmo!Bem-vinda, de novo!
    Grata pelo ‘Parabens prá nós né?”, mas vamos à luta, hehe.
    Beijo,menina

    Vivina, obrigada, sua presença aqui é uma honra! Sim, apesar de tudo, continuamos resistindo.
    Beijo, menina

    Lucia, o Allan e o Afonso fazem sua parte. Todos os esforços de luta devem, sim, ser enfatizados onde as mulheres mais sofrem. É terrível a situação delas nestes lugares.
    Beijo, menina

    Luma, a violência contra a mulher está em todos os níveis sociais e, muito mais acentuado nas classes menos favorecidas. E, as punições, quando são aplicadas, também são mais dirigidas a essas classes. Não aceitamos mesmo essa situação.
    Beijo, menina

    Luiz , não foi a religião, foi o homem que pôs toda culpa de seus atos, na mulher. E esta submissão é mal interpretada pelos homens, que confundem amor e dedicação com subserviência e escravização da companheira.
    Vocês ficariam umas graças como mini-centauros, hehe.
    abraço, garoto

    1. Luiz Santilli jr.

      Você tem razão!
      Quem relegou a mulher à condição de ser inferior foram os homens, autores dos livros Sagrados, como Torá, Bíblia e Alcorão!
      Eram uns mal intencionados!

      Beijos

  13. valter ferraz

    Denise, se eu soubesse disso te mandava um megafone no lugar das flores. Ano que vem tá aí, me aguarde.
    Beijo, menina brava!

  14. ethel scliar

    Claro que sempre existem as exceções que confirmam a regra! Que tais exceçoes se transformem em generealizações. Os dados colocados são otimo alerta para aqules que dizem “isto é exaero e lamúrias!”. E, com certeza, há muitas formas de agressão – algumas tão sutis que seo percebemos numa segunda leitura, mais atenta. Se o problema fosse simples, já estava resolvido! Bzus. Ethel SC

  15. Tome estes bombons e seja uma boa menina! | Sturm und drang!

    […] No Dia Internacional da Mulher, NÃO quero apenas flores, bombons, nem parabéns. Não são os bombons, as flores e  os sorrisos que me  incomodam; mas o desvirtuamento do sentido da data.  É necessário que haja, também, discussões sobre o fato de que, embora tenhamos conquistado muitos direitos que nos foram negados, ainda há muito pelo que lutar contra os abusos históricos cometidos contra as mulheres. […]

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