8 comentários para “Nunca me vesti à caipira”

  1. lena lima

    Qdo vivia na casa de meus pais evangélicos, nunca me vesti também , nem frequentava, meus pais proibiam, ao contrário de tu qdo me casei, me vesti de caipira e fui muito em festas juninas , meus pais nunca disseram nada.
    Gosto muito dessas festas, meus filhos também sempre participaram na escola, e agora os netos, mas pelo que vejo nem é para homenagear os santos, ( muitos nem se lembram deles) é apenas diversão!

    Aqui na casa do mato fazemos uma festinha entre amigos e parentes , apenas um motivo para nos encontrarmos!

    bjsss e bom final de semana!

  2. Denise Rangel

    Exatamente, Lena, não vejo caráter religioso nestas festas.Perdeu esta característica há tempos.
    Atualmente, acho estranho usar caipira. Não curto mais.
    Beijo, menina

  3. Vulgo Emilie

    eu nunca me vesti. porém, não vejo mal algum a quem vai a essas festas à caráter. é uma brincadeira inofensiva.

    1. Denise Rangel

      Sim, Emilie, mas hoje entendo a conotação religiosa, e respeito a posição de quem prefere se manter alheio a festas que celebram Santos, ainda que não o sejam.
      Beijo, menina

  4. Claudinha

    Olá Denise,
    como já lhe escrevi antes, eu aproveitei muito minhas festas juninas de criança e depois, meus filhos também aproveitaram. lamento que tenha perdido esta brincadeira, mas o respeito aos pais era o principal. Mas você me disse que os seus aproveitaram, tenho certeza de que se realizou neles, não é? Hoje eu também acho estranho, mas conforme a festa (em família, por exemplo) a gente até se veste! Rsrsrsrs!
    Beijos!

  5. Denise Rangel

    Claudinha, ahahah, adulto fica esquisito de caipira, mesmo!
    Respeitava meus pais, mas, como criança, não entendia por que dançar pudesse ser algo inadequado.
    Minhas meninas adoram se vestir e dançar. Eu penteio, pinto, enfeito-as e curto a festa.
    Beijo, menina

  6. Ana

    Eu me vesti de caipira quando era criança, antes de meus pais se converterem ao cristianismo. Na nossa igreja também não aconselhavam que as familias participassem de festas que homenageavam santos. E nunca mais fui. Eu ainda sigo a mesma crença, mas hoje me questiono que mal tem na festa. Também não acho que tenha cunho religioso, é mais cultural do que qualquer outra coisa. Morando fora do Brasil, não preciso enfrentar o dilema de negar que minhas filhas participem de festas juninas aqui. Mas tem o Halloween. Todos os anos nos questionamos se deixamos ou não elas participarem.

    1. denise rangel

      Ana,
      Também continuo cristã, mas não impeço as crianças de brincarem na escola em eventos culturais. Até no Halloween, deixamos a Princesinha participar, na festinha do curso de Inglês. Aqui não há as brincadeiras na rua.
      beijo, menina

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