3 comentários para “Adotar não é escolher. É fazer o bem.”

  1. Allan

    Por aqui não é raro o ato da adoção. Existem diversas formas: a adoção comum (a mais complicada); a guarda, quando uma família só não adota a criança, mas a trata como filho até que ela alcance a maioridade (normalmente filhos de famílias com problemas); a adoção à distância, que permite a qualquer adulto sustentar uma criança do terceiro mundo que vive com a própria família, através de ajuda econômica (a mais difusa por estas bandas).

    Infelizmente exise quem está mais interessado na própria satisfação pessoal que na criança, como se fosse uma criança de estimação.

  2. denise rangel

    Pois é, Allan, destas formas que você citou, sou mais propensa à ajuda econômica e moral, para que a criança continue com sua família. Há casos, infelizmente, em que afastar-se de um meio violento e com problemas mais complicados (abusos, drogas), o melhor mesmo é adotar legalmente. Infelizmente, o que mais vemos é esta escolha baseada em critérios pessoais. Uma lástima.
    abraço, garoto

  3. Errol Patton

    FE – Que mensagem o senhor daria para aqueles que querem adotar, mas têm dúvidas e medo? Santos – É uma experiência importante na vida do espírito, vai lhe trazer muito amadurecimento, oportunidade de exercitar a maternidade, além dos laços biológicos. Nós precisamos amar a todos, sentir que Deus é nosso pai e todos nós somos irmãos. Então, a maternidade ou paternidade adotiva é um exercício de amor.

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