I will stay in your heart

June 29th, 2009 Denise Rangel Posted in Família, Viver, sociedade No Comments »

Sempre vi Michael Jackson como um menino. Um Peter Pan. Suas canções adolescentes, com voz infantil, me sensibilizavam, fascinavam-me. Lembro-me de que, em minha adolescência, ainda não sabia  inglês, mas já cantava junto com ele: “Bin, dê thu ôvas nidi luk nômô” e “uandêi iniorlai”, respectivamente, das canções Ben (acima) e One day in your  life, as minhas preferidas até hoje.

Não pretendia fazer um post sobre o Michael, pois a dor-de-mãe-órfã anda muito forte por estes dias, como já descrevi aqui, da emoção ao rever as cenas da morte de Jean Charles, morto no metrô de Londres. No entanto, como eu disse, via Michael como aquele eterno adolescente, frágil, triste, solitário, e tão querido, que preciso deixar registrado meu sentimento por esta perda.

Nem mesmo as acusações e problemas outros que trouxeram uma névoa sobre sua imagem conseguiram tirar-me o encantamento ao ouvi-lo cantar.  E eu sei bem o quanto dói uma imagem estigmatizada. Vivi isto muito de perto com meu anjo.  Por isto não  julgo ninguém.

“Um dia em sua vida, você vai lembrar de mim de alguma forma”… Eu me lembrarei todos os dias. De Michael, de meu Anjo, de todos os michaels e jeans que se foram e deixaram tão fortes emoções em nossos corações  de  mães-órfãs. Certamente, vão ficar no meu coração.

vídeo: youTube

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Esquecer é mais triste que a dor da morte

June 28th, 2009 Denise Rangel Posted in Família, Viver 6 Comments »

Assisti, neste sábado, ao filme Jean Charles, do diretor Henrique Goldman, com os atores Selton Mello e Vanessa Giácomo. O filme aborda a vida  do eletricista Jean Charles de Menezes, morto com sete tiros na cabeça no metrô de Londres em 2005, um dia após um atentado à bomba fracassado na cidade.

Não vou fazer resenha, crítica ou comentário ao filme, ao qual gostei de assitir.  Este post é um desabafo de mãe-órfã que não conteve as lágrimas em uma das cenas, justamente a do reconhecimento do corpo de Jean e a reação indignada da família dele.  Vi-me naquela mesma situação, há três anos, apenas não tive reação alguma. Parecia dopada, totalmente  sonolenta, como se aquilo não estivesse acontecendo de verdade. E, hoje, ali, dentro do cinema, indagava-me por que não chorei, não gritei, não questionei, não acusei, não exigi justiça pelo que fizeram ao meu menino.

Agora, recordo-me das palavras de meu pai, há uma semana, citando a frase “não cai uma folha de árvore sem a permissão de Deus. Minha filha, tira este luto”.  Minha mãe também me dissera  a mesma  coisa,  há  dois anos: “está na hora de tirar este luto. “  Não disse nada a ele, como não disse nada  à  mamãe, na época. Tampouco  nada  disse naquele terrível dia, no IML. Meu silêncio e minha dor são apenas meus. E não quero tirá-los. É o que tenho.

Continuo  pensando e agindo da mesma forma nestes três anos.  Não voltarei a ser quem eu era.  Sem coloridos, sem comemorações. Vivo a vida de verdade, não a vida artificial e de aparências.  Valorizo  cada momento, e não  me apego a coisas fúteis e materiais.  É impossível esquecer o filho que se perde. Não quero esquecer. Ele vive em minha memória. Esquecê-lo seria mais doloroso que a própria morte, porque significaria não ter mais sequer a sua lembrança. Sua imagem ficará para sempre em meu coração, em minha mente, em minha vida.

Todos os dias pergunto a Deus por quê. Um dia saberei…

vídeo:cinema UOL

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Inundação e solidariedade

May 17th, 2009 Denise Rangel Posted in Viver, sociedade 3 Comments »

A querida Aninha, do blog  O meu jeito de ser, levanta uma questão para reflexão e ação: quando houve a enchente no sul do país, percebia-se mobilização por toda parte. Agora, como a situação se repete no nordeste, não se vê tanta euforia para ajudar os desabrigados atingidos pelas chuvas. Aninha pergunta: somos todos iguais?

Segundo o Diário do Nordeste, o quadro é de calamidade pública. Os estados mais atingidos pelas fortes chuvas são Maranhão, Piauí Ceará, Bahia, Pará e Amazonas. Famílias inteiras acomodam-se em prédios públicos, igrejas, barracões, praças de esporte, e dependem da ajuda que lhes garanta alimento e abrigo.

Obviamente, os que mais sofrem são os grupos de baixa renda, sem condições financeiras para seu próprio sustento e reconstrução de suas casas e vidas. No Ceara há cerca de 78 municípios atingidos pelas chuvas. Foi decretada situação de emergência e a ajuda que vem do governo e de donativos não é suficiente para suprir as necessidades por água, alimentos, colchões, roupas e outros.

Quem quiser ajudar, dá uma passadinha lá no blog da Aninha que disponibilizou algumas informações importantes de como fazê-lo.

vídeo: Globo

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Há mães e mães …

May 17th, 2009 Denise Rangel Posted in Viver, educação e ensino, sociedade 6 Comments »

escadarolante

Enquanto as Luluzinhas discutem  na blogosfera as confissões de Maria Mariana sobre a maternidade, fico imaginando se algumas mulheres realmente deveriam ter se tornado mães. Cada dia me convenço mais de que algumas mulheres não têm vocação para tal. O filho é um acidente, ou algo parecido, com o qual não têm nenhum compromisso. Já outras  mulheres, conscientes de que  não  têm  aptidão para serem mães, decidem que não terão filhos. É uma decisão responsável. Não vejo nenhum egoísmo nisto. Ser mãe é compromisso, não pode ser diferente.

Hoje, quando eu me preparava para descer a escada rolante em um shopping, vejo um menininho, um bebê ainda, devia ter uns dois anos ou menos, correndo em direção à escada, completamente sozinho. Só tive tempo de segurá-lo para impedir que ele alcançasse a escada.  Olhei à volta e não vi a mãe. Havia dois seguranças perto e eu disse a eles que aquela criança estava sozinha. Entreguei o bebê a eles.  Alguns segundos transcorreram até  que a “mãe” aparecesse, tranquila, tranquila, com um olhar sorridente e despreocupado. Fiquei tão indignada que  desci as escadas rapidamente para não falar o que não devia. Absurdo. Irresponsabilidade. Incompetência.

Eu sei que as crianças cegam a gente. Quem já não perdeu o filho de vista alguma vez?  Até eu, como já contei aqui, perdi minha filha por alguns angustiantes momentos. O que me deixou indignada foi ver a tranquilidade daquela mãe. Pensei que apareceria alguém apavorada, nervosa, aflita com a possibilidade de seu bebê ter se precipitado escada rolante abaixo; mas, qual nada, ela nem se abalou.

É, realmente há mães e mães.

Imagem: daqui

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O preço de um desafio

May 16th, 2009 Denise Rangel Posted in Trabalho, Viver, aposentadoria, educação e ensino, sociedade No Comments »

O Preço do Desafio
(Stand and Deliver)

País/Ano de produção: EUA, 1988
Duração/Gênero: 102 min., Drama
Direção de Ramón Menéndez
Roteiro de Ramón Menéndez e Tom Musca
Elenco: Edward James Olmos, Lou Diamond Phillips,
AndyGarcia, Estelle Harris, Virginia Paris,
Mark Eliot, Will Gotay, Patrick Baca.

preco_desafio_03

Assisti há pouco, o filme O preço de um desafio, baseado em fatos reais, que mostra a trajetória de um professor, Jaime Escalante (Edward James Olmos), boliviano radicado em Los Angeles, em uma escola de subúrbio em Los Angeles, o colégio Garfield.

Em meio a um ambiente devastado por gangs e drogas, com um alto índice de desistência, ele enfrenta o desafio de ensinar e, com um método próprio e bem original,  consegue motivar a turma  e, juntos,  vencem os desafios da discriminação e descrédito de todos.

Ao final, todos os alunos receberam notas altas no exame de  cálculo, a ponto de o Serviço de Testes Educacionais de Princetown, New Jersey, desconfiar e acusá-los de fraude. Os estudantes  fazem novas provas e confirmam os resultados.

Emocionei-me quando assisti ao filme,  justamente por discutir esta tão controversa questão educacional. “O Preço do Desafio”, por ser baseado em fatos reais, mostra que, com determinação, coragem, amor aos alunos e à profissão, é possível sim, vencer tantas barreiras que discriminam e estigmatizam os alunos rebeldes como incapazes de aprender e vencer.

Lembrei-me de alguns pouquíssimos alunos meus que conseguiram vencer barreiras semelhantes e estão muito bem hoje. Acredito que o êxito deles deve-se , em maior parte, a seu esforço próprio. Pouco fiz para motivá-los. Houve momentos em que pensei em desistir várias vezes. Sei que um professor pode estimular os alunos a mudarem de vida e trilharem um caminho diferente. Porém, o preço é tão alto que muitos desistem no meio do caminho.

Estou aposentada da escola pública há poucos dias, e sinto que, em nosso país, pouco ou quase nada se faz por comunidades violentas, agressivas, desmotivadas e pobres. Eu realmente gostava de meus alunos, mas sentia-me incapaz de convencê-los a mudar suas vidas. Orgulhava-me dos que conseguiam e sabia, bem lá dentro de mim, que grande parte do esforço era muito mais deles que meu. E fica um buraco aqui, dentro de meu peito.

imagem: daqui

Mais vídeos aqui: youtube

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Vou pedir o café …

May 7th, 2009 Denise Rangel Posted in Trabalho, Viver, aposentadoria, educação e ensino, sociedade 6 Comments »

cafe-da-manha

Um novo tema passará a integrar o conteúdo deste blog: a vida após a aposentadoria. Antes, eu apenas vislumbrava esta possibilidade, mas agora, ela é real. Não completamente, pois ainda continuo o trabalho na rede privada; no entanto, interromper uma rotina de 33 anos de carreira na rede pública é uma mudança e tanto em minha vida.

Estou aposentada do magistério público há dois dias. Ainda não sei definir como me sinto. A impressão que tenho é a de que nada mudou, pois, como já disse, saio para trabalhar na escola particular, onde tenho uma rotina bem semelhante  (e até mais cansativa) a que possuía na escola municipal. Acordar cedo, planejar aulas, digitar e corrigir provas, desenvolver projetos e outras atividades  relacionadas. Não tem nem graça dizer que estou aposentada.

De qualquer forma, este tempo livre que tenho à disposição será usado para fazer tantas coisas de que gosto e que a falta de tempo me impedia de realizar. Talvez eu nem faça tudo o que tenho planejado, mas, fazer planos é peculiar a esta fase da vida do trabalhador. Agora não mais sonhamos, agora planejamos e realizamos. Isto é muito interessante e motivador.

Neste primeiro momento, não quero fazer absolutamente nada. Isto mesmo: nada. Preciso aproveitar estes dias de liberdade, sem responsabilidade de acordar cedo e de realizar todas as tarefas profissionais. A sensação é tão maravilhosa que me sinto alforriada, se me permitem tal comparação. Sinto-me tentada a “chutar o balde” e largar a escola particular também. As responsabilidades,  compromissos e dívidas que ainda tenho, no entanto, não me deixam tomar tal atitude por ora. Talvez eu mude de carreira e pare de ensinar. Ainda estou pensando.

Há algumas coisas que gostaria de fazer, a longo prazo. Tempo eu tenho de sobra, no momento. Poderia começar por aprender um novo idioma.  O live mocha me parece uma boa opção, por sua praticidade e liberdade. Outra coisa que gostaria de recomeçar é a fisioterapia. Minha coluna agradece.  Aliás, está na hora de fazer todos os exames de saúde que  estive adiando por falta de tempo. Já marquei o oftalmologista.  A próxima consulta será com a ortopedista. E assim por diante.

Outras extravagâncias que quero cometer só serão possíveis quando estiver totalmente aposentada. Por exemplo, eu gostaria de viajar para uma cidade bem pitoresca e me hospedar por lá, algum tempo, só apreciando a natureza e a vida cultural. Assistir a concertos musicais, festivais literários, mostras de arte e tal. Sem compromisso nenhum, com nada ou ninguém. Não é sonho. É plano.

A aposentadoria não passa de um procedimento legal, pois posso continuar em atividade ou me dedicar a projetos pessoais de meu interesse. Acredito que jamais me sentirei ou serei uma aposentada. Falta do que fazer é o que não vai faltar, hehe, trocadilho besta.

Daqui a pouco o dia amanhece e, pela primeira vez em tantos anos, vou tomar um café da manhã com tudo a que tenho direito, em plena quinta-feira, sem correria, sem estresse, sem olhar para o relógio, nem sair correndo atrasada. Depois, sairei a pé, com a Princesinha, para aproveitar o sol e o ar matinal. Mais tarde, irei me livrar daquela papelada que armazenei durante tanto tempo.

E viva a liberdade! “Vou pedir o café pra nós dois…”

Imagem: daqui

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Liberdade, enfim.

May 5th, 2009 Denise Rangel Posted in Trabalho, Viver, educação e ensino No Comments »

formiguinha

Como eu havia dito aqui, a esperada aposentadoria chegou! Estou aposentada! Finalmente, após um processo que durou exatos 90 dias, saiu a publicação da portaria que oficializa  minha aposentadoria. Agora posso ler meus livros, escrever meus textos, sem ter de parar porque está na hora de ir para o colégio. Eu precisava dessa liberdade, após 33 anos em sala de aula.

Mas, não estou totalmente inativa (palavrinha mais inadequada), nem entrei para o grupo dos vagabundos, pois ainda leciono em outro colégio que me consome uma boa parte do tempo. Principalmente porque os proventos da aposentadoria terão uma redução significativa.

Isto significa que a formiguinha aqui precisa continuar trabalhando. Até quantos invernos  ainda não sei, mas já estou procurando outra coisa para fazer na área ambiental, ou na área editorial.  Então, quem sabe, deixo definitivamente a carreira de professor. Vamos ver, vamos ver.

Por enquanto deixa eu curtir meus dias de liberdade.

Imagem: clipart

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Não tenho passagem para viajar

May 2nd, 2009 Denise Rangel Posted in Família, Viver, sociedade, web 6 Comments »

Vi lá no blog da queridona Lucia Freitas este desabafo: Acordem brasileiros: o poder é do povo, não de quem está em Brasília!

Já disse aqui que fico indignada com esta orgia de gente que não respeita o nosso dinheiro e manda sua sagrada família, seus amigos, suas “companheiras” e amigos das companheiras passear de avião para a Europa, com a cota de passagens destinadas para o político ir e vir de Brasília para as suas bases.

Deixei de ir a São Paulo ontem, ao aniversário de 15 anos de minha sobrinha, porque não tenho dinheiro das passagens para mim e minha filha. Não tenho vergonha de dizer isto. Paguei meu imposto de renda e não fui viajar.

Sabe, Lúcia, eu também queria muito ter dito estas suas palavras. Então, eu também quero publicar aqui o desabafo indignado de  Luis Carlos Prates. Sinto-me uma ‘trouxa’ que manda amigos de políticos  ’sirigaitear’ na Europa e fico em casa no feriado. Óóódeo!

Assista:


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Semana Carioca de Prevenção da Alergia

May 2nd, 2009 Denise Rangel Posted in Viver, eventos, sociedade No Comments »

alergia

A Semana Carioca de Prevenção da Alergia será comemorada entre 03 e 09 de Maio de 2009, na Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, com objetivo de educar a população sobre a alergia, formas de prevenção e tratamento, chamando a atenção para a importância do especialista no tratamento correto das doenças alérgicas.

Durante o evento, médicos alergistas orientarão a população, distribuirão material educativo, brindes e realizarão medida do Pico de Fluxo Expiratório. Além disso, o público presente receberá um folder listando os locais disponíveis para atendimento de doenças alérgicas na cidade do Rio de Janeiro.

Se você é alérgico (eu sou),  tem alguém na família, um amigo ou conhece algum alérgico, divulgue o evento. Vale a pena obter informações que certamente irão ajudar bastante.

07 de Maio

Dia Nacional de Prevenção da Alergia
Dia Mundial de Apoio ao Combate à Asma

Abertura: domingo dia 03 de maio

Tenda na Praia de Copacabana

Local: Posto 6

Horário: 09:30 às 13:00 horas.

Veja as atividades da Semana Carioca de Prevenção da Alergia no Blog da Alergia.

Imagem: daqui

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Definitivamente sem carne

April 28th, 2009 Denise Rangel Posted in Faça a sua parte, Meio ambiente, Rede Ecoblogs, Viver 8 Comments »

legumes

Completei hoje o desafio 30 dias sem carne. Os dias passaram-se naturalmente. Não senti vontade de comer carne, sequer me senti tentada a dar uma provadinha. Almocei fora de casa várias vezes, jantei em casa de amigos, ocasiões em que o cardápio continha carne, e não cedi.

Agora, sim, posso dizer que a carne não faz mais parte de minha dieta. As razões já foram expostas aqui e aqui. Está vencido o desafio. Agora acredito que estou pronta para definitivamente abandonar este  hábito.  Não apenas por 30 dias, mas indefinidamentte. Este é o meu objetivo.

Não faço apologia ao vegetarianismo, como já  expliquei nos posts citados. A produção industrial de carnes é uma das fontes mais importantes de poluição do meio ambiente: necessita de áreas gigantescas, consome enorme volume de recursos naturais e energéticos, gera bilhões de toneladas de resíduos tóxicos sólidos, líquidos e gasosos, que contaminam solo, água, ar, plantas, animais e pessoas.

Convém ressaltar também que o desmatamento realizado para o plantio de pastagens para o gado é o fator de maior impacto na diminuição da Floresta Amazônica.

Por razões ambientais, por amor aos animais, pela saúde, enfim, pela vida, continuarei fazendo a minha parte. Estou me sentindo muito bem, podem acreditar. Há quem opte por diminuir o consumo de carne. Eu prefiro eliminar o consumo de carne de minha dieta e,  desta forma, contribuir para desacelerar o aumento do aquecimento global,  contribuir também para a conservação da biodiversidade e bem-estar dos  animais. E, como lucro, ter uma vida mais saudável.

Imagem: daqui

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