Emoções no Twitter

February 19th, 2010 Denise Rangel Posted in Tecnologia 2 Comments »


Gosto de usar o Twitter para me comunicar com amigos e pessoas interessantes, a fim de compartilhar informações sobre assuntos que julgo relevantes.  Há momentos, porém, em que o Twitter se torna um ambiente, ora divertido, ora polêmico, em que as emoções são tão apaixonadas que não cabem em 140 caracteres.

Os smileys

Nestas horas entram em ação os smileys, aqueles rostinhos e expressões compostos por pontos e símbolos do teclado. Quem pensava que a tecnologia é fria e incapaz de transmitir emoções, se surpreenderá com tantas possibilidades de expressá-las através das teclas de um computador.

Os smileys são indicadores do “tom de voz” ou do “estado de espírito” de quem escreve. Através de uma associação de teclas é possível sorrir, chorar, enviar beijos e abraços, comemorar, expressar alegria ou tristeza, apoio ou indignação, e, para os mais exaltados, gritar.

>:-)     Estou feliz!
>:-))     Estou muito feliz!
: D        Que legal Fiquei feliz!
xD        Que engraçado!
/o/       Com os braços para o alto= “Que bacana!Apoiado!”
:- (     Estou triste!
:- ((     Estou muito triste!
>:-((    Estou furioso!
:- D     Estou rindo!
:´-(     Estou chorando!
;- )     Piscando o olho.
:-*     Um beijo!
:-\     Não gostei disso!
:-O     Fiquei surpreso!
:-T     Hummm…
:-@     Estou gritando!

Smileys alternativos

Existem os smileys alternativos, desenvolvidos pelos usuários japoneses e estão se tornando cada vez mais comuns. Algumas versões desses emoticons excluem os parênteses ao lado dos rostos (economiza caracteres).

É claro que a gente só envia uma tuitada com estes bonequinhos de emoção para alguém com quem tenhamos maior intimidade, que já conheçamos virtual ou pessoalmente. É meio estranho eu enviar, por exemplo, uma carinha dessas para um deputado de minha lista (se bem que… deixa pra lá…).

(^_^)      Sorriso masculino
(^.^)       Sorriso feminino
(^L^)      Feliz
(^o^)      Rindo alto
\(^_^)/    Divertindo-se
(;_;)       Chorando
(!_!)       Chocado
(*_*)       Extasiado (ou apaixonado)

Associações de teclas:

Legal, não acham? Eu, particularmente, prefiro as carinhas e símbolos pequenos, formados pela associação de teclas, porque usam apenas um espaço na “twittada”, economizando meus 140 caracteres. Gosto muito de usar estes símbolos em diferentes situações no Twitter:

alt + 1 =  ☺       Quando estou feliz ou sorrindo para meus amigos.
alt + 3 =  ♥         Quando gosto de alguém e quero demonstrar meu afeto.
alt + 13 =  ♪       Quando cito uma música ou felicito alguém.
alt + 15 =  ☼       Quando está um lindo dia de sol e calor.

Eu e os smileys

Hoje mesmo, usei o smiley@:-) , que ilustra o início deste post, para representar minha amiga @anaclaudiabessa em seu lindo avatar com visual carnavalesco.

É claro que expandi o real significado dele, que, na verdade, quer dizer “alguém de turbante”. Como ela estava usando um lindíssimo arranjo de cabeça, de carnaval, apelei, né?

Há uma infinidade de smileys e símbolos alternativos pela internet, é só procurar. Acredito que eles deixam uma twittada mais pessoal, divertida e humana.

Gostaram?
:- x (beijos pra vocês!)

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Páginas digitais ou de papel?

February 14th, 2010 Denise Rangel Posted in Arte e Literatura, Tecnologia 3 Comments »

Clique na imagem para assistir ao vídeo

Os livros digitais estão fazendo sucesso por causa deste aparelho revolucionário, que permite a leitura  de textos em sua tela. Neste vídeo, Sérgio tavares conversa com Luciano de Sampaio (@lenteaberta) sobre as novidades de e-books para este ano.

A praticidade de um texto sempre à mão, no qual se pode fazer anotações e citações, comparada aos altos custos na produção de um livro impresso em papel permitem que os livros digitais ganhem espaço na preferência de muitos leitores.

A conversão dos livros de papel para os em formato digital é uma tendência forte, principalmente porque torna acessível, popular e confortável o ato de se consumir livros.

Particularmente, já declarei na Desconferência sobre livros digitais, quando discutíamos sobre a transformação da leitura na transição para o digital, que gostaria muito de poder ter os dois.

O livro digital para trabalho e estudo, pela praticidade e agilidade para armazenar um enorme números de dados. E o de papel para minhas aulas de Literatura, em que o contato com o livro é quase passional. E tem também a leitura prazerosa, deitada na cama ou na rede, sentada na varanda, na praia ou na piscina. Um objeto para se ler e passar adiante.

Digital ou de papel. Praticidade e funcionalidade ou Prazer e emoção? Fico com os dois. E você?

Quer saber mais sobre o assunto?

Adobe – Programa para ler no PC
Projeto Gutenberg – Biblioteca Pública
Amazon -Livraria com livros para compra
Kindle e Sony Reader – Leitores digitais
Editora Plus – Editora nacional dedicada aos ebooks
Livros do online pro offline – Lista de discussão sobre ebooks
O Livreiro – Rede social sobre livros

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Doe seu presente do ano passado

December 26th, 2009 Denise Rangel Posted in Faça a sua parte, Meio ambiente, Natal sustentável, Rede Ecoblogs, Tecnologia 1 Comment »


homem de lixo

Ganhou um novo celular? Um laptop? Que beleza de MP4, hein? Uma máquina digital? Olhem este vídeo-game! Sorte sua! E o que fazer com seus eletrônicos usados?  Que tal doá-los para uma Instituição? Ah, mas só um? Exatamente. Após as festas, exercite o espírito natalino o ano inteiro, e doe seu presente  do ano passado, pois as doações são recebidos o tempo todo, sem precisar esperar uma data especial.

Ah, mas meu celular e pc estão quebrados. Não tem problema: as operadoras e fabricantes recebem telefones celulares para reciclagem. E há postos de reciclagem que recebem tudo o que você tiver: monitores, teclados, HDs, impressoras, e tal.  O que não pode é deixá-los em um canto, ou, muito menos jogá-los no lixo.

Quer uma ajudinha? Aqui está uma das opções para você doar seu presente do ano passado e deixar alguém feliz:

O comitê para Democratização da Informática – – CDI – Inclusão Digital - cuja missão é transformar vidas e fortalecer comunidades de baixa renda através da capacitação nas tecnologias da informação e comunicação e de um aprendizado complementar voltado à prática da cidadania e do empreendedorismo, recebe suas doações o ano inteiro, em equipamento ou em dinheiro. Entre em contato: (21) 3546-6570 – outras regiões: clique aqui.

Veja aqui uma lista completa de outros locais onde sua doação vai fazer o Natal durar o ano inteiro. Afinal, Natal é todo dia, quando deixamos o Amor nascer dentro de nós nas ações cotidianas.

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Ligações achocolatadas

December 9th, 2009 Denise Rangel Posted in Tecnologia, doces e chocolates No Comments »

chocphone

Olhem que gracinha deliciosa!

Este celular Chocolate Melty do designer japonês Q-Pot com duas cores saborosas, Melty Bitter (marrom), e Melty Strawberry (rosa),  possui um efeito 3D que parece um chocolate tridimensional surpreendente!

Edição limitada, no Japão; mas, se você correr, ainda consegue um. Eu quero tanto…

Dica de Geek Chik

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Campus Party Brasil 2010: eu vou!

December 9th, 2009 Denise Rangel Posted in Eventos, Tecnologia 2 Comments »

campusparty

Participei da promoção do Interney, escrevendo sobre a  Campus Party Brasil, o maior evento de cultura digital do mundo, que acontecerá de 25 a 31 de janeiro de 2010, no Centro Imigrantes de Exposições em São Paulo-SP.

O meu post: “Campusblog: porque blogar é preciso!” foi um dos selecionados, e eu ganhei um ingresso para participar de graça da Campus Party Brasil 2010! : )

Veja os textos que foram selecionados:

1. Blog de Eduardo Moreira
2. A Vida Secreta
3. Taverna do Goblin
4. Sturm und Drang – o meu post! :)
5. Pensar é perigoso
6. Pensamenteando
7. Cultura Popular Inútil
8. Analógico: O Blog do Marson
9. Baú Pirata
10. blogopolis
11. ANDaR!
12. IT Ninja
13. Hotmoney

Parabéns a todos os participantes! Obrigada, Interney! A gente se vê pessoalmente em janeiro/2010, na Campus Party!

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Campusblog: porque blogar é preciso!

November 30th, 2009 Denise Rangel Posted in Eventos, Tecnologia 3 Comments »

Blogar é preciso!

Embora existam manuais de como ser um blogueiro e fazer sucesso com seu blog, ou até mesmo de como ganhar dinheiro blogando, continuo na minha humilde e despretensiosa opinião de que o meu blog funciona principalmente, para fins terapêuticos.

Há alguns anos, antes de tornar-me blogueira,  considerava os blogs  coisa de adolescentes. Sequer imaginava que pessoas sérias, profissionais lúcidos pudessem ter seus blogs, de uma maneira tão pessoal como é o ato de blogar.

Mas, certo dia, pesquisando sobre mulheres independentes e poderosas, a fim de  preparar uma aula, fui levada a um blog . A princípio, pensei que se tratasse de um site  institucional sobre mulheres, amamentação, discriminação, coisas assim. E passei a frequentá-lo.

Aos poucos, familiarizada com a ferramenta,  tomei coragem para postar um comentário.  Completou-se a mágica! Através do blog, conquistei novos amigos, e, em pouco tempo, descobri que eles eram reais e não virtuais. Estivessem eles nos Estados Unidos, na Suécia, na Itália, em Portugal, no Havaí, ou em qualquer outro lugar, podia, diariamente, encontrá-los, em tempo real, viver suas alegrias, sentir suas tristezas, compartilhar suas vitórias.

Não sei precisar quando foi que comecei a blogar também. Lá pelos meados de 2005, construí  meu primeiro blog ,  mas a falta de experiência com o ambiente virtual levou-me a perdê-lo no oceano da  internet e nunca mais consegui encontrá-lo.

Outras tentativas e aqui estou, sem a pretensão de  ser famosa, muito menos de ficar rica. Não tenho pauta, nem planejo sobre o que vou escrever. Sigo minha intuição e pronto. O que estiver me incomodando,  ou emocionando, é sobre isso que vou escrever. Esta possibilidades de gerar conteúdo, organizar informações e interagir com outros usuários é uma conquista que não quero perder.

E,  por isso, quero participar da edição deste ano da Campus Party, o maior evento de inovação tecnológica, Internet e entretenimento eletrônico em rede do mundo. E, especialmente do CampusBlog, uma área  que permitirá o debate, a troca de experiências e a interação de blogueiros de diferentes partes do Brasil e do mundo.

Entre os temas deste ano estão: a influência do uso de celulares e dispositivos móveis na produção de conteúdos para os blogs; a utilização das mídias sociais pelas corporações; o uso das ferramentas da Web2.0 na política, tendo em vista  as eleições em 2010; a discussão sobre esportes na rede e a participação cada vez maior de jornalistas esportivos, atletas e treinadores; a evolução das mobilizações sociais na rede; a presença de celebridades nas mídias sociais; e muito mais!

Campus Party, a maior festa mundial da Internet. É uma oportunidade para encontrar autores dos principais blogs corporativos, pessoais e jornalísticos e participar de diversas atividades, conhecer as novidades e tendências relacionadas ao mundo dos blogs. Eu quero participar. E você?

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Acesso à Rede: um direito para todos

November 27th, 2009 Denise Rangel Posted in Blogagem coletiva, Tecnologia No Comments »

Blogagem Coletiva: Inclusão Digital – Eu Apoio!

rede

Promover a inclusão digital no Brasil, com milhões de habitantes, desigualdade de renda e proporções continentais é um desafio. A inclusão digital representa a possibilidade de o cidadão dispor de meios e capacitação para acessar a rede, através da banda larga. Assim, é essencial estar conectado a fim de ser capaz de produzir e acessar conteúdos por meio dela.

É importante aumentar o número de cidadãos que têm acesso à rede em suas casas. No entanto, permitir o acesso coletivo à banda larga, nas escolas e nos telecentros, com a função de promover a qualificação das pessoas e a apropriação da tecnologia, tanto como fonte de lazer quanto de cidadania, para as populações mais carentes, é mais importante ainda.

É interessante a promoção, pelo Estado, de projetos que utilizem as lan houses (Local Area Network), que representam cerca de 50% dos acessos à internet, em parceria com as escolas públicas, como ponto de apoio à pesquisa, por exemplo.

Cursos de graduação, pós-graduação, profissionalizantes; palestras e outras tantas atividades à distância, são democratizados por meio das lan houses. Como meio de promover a qualificação de seus usuários, a lan house é, sem dúvida, a melhor forma e um dos mais importantes instrumentos de inclusão digital para as classes menos favorecidas.

Em Sergipe, existe uma parceria entre a Prefeitura e donos de lan houses que garante aos estudantes da rede pública de ensino acesso gratuito para pesquisas escolares nos locais. São dez tickets de acesso por mês, dos quais, dois deles podem ser utilizados para lazer, dentro do projeto web-ticket.

Se pensarmos na inclusão digital como um direito do cidadão, assim como o é, o direito à informação, quem sabe o acesso à banda larga seja oferecido como um serviço essencial. Da mesma maneira que a população tem acesso à televisão e ao rádio, a banda larga também precisa estar acessível a um maior número de pessoas. Isto significa ampliar o papel de democratização do acesso à informação.

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Esse post faz parte da Blogagem Coletiva Inclusão Digital – Eu Apoio, a convite de Samantha Shiraishi, do A Vida Como a Vida Quer.
Você conhece alguma iniciativa legal de Inclusão Digital? Faça um post em seu  sobre ela e participe também da Blogagem Coletiva: Inclusão Digital – Eu Apoio!

Fontes:
ABCID
Estadão

Imagem: daqui

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Professor, necessário ou descartável?

October 14th, 2009 Denise Rangel Posted in Educação e ensino, Rede Ecoblogs, Tecnologia, Vida de Mestra 6 Comments »

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Será que nós estamos desenvolvendo a “síndrome de Bournout“, que, de acordo com uma pesquisa realizada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) atinge cerca de 25% dos professores? “Não é stress, depressão ou angústia: é pior, pois o professor se transforma num robô, o que é muito grave, porque a educação pressupõe dedicação.

Essa síndrome faz com que o trabalhador perca o sentido de sua relação com o trabalho, de forma que nada mais importa, e qualquer esforço parece inútil, causando uma enorme desmotivação, quando o profissional se depara com a violência que vem atingindo as escolas, tanto públicas quanto particulares. Essa violência, além de atingir os professores, prejudica o desempenho dos alunos.”

Olhando para os alunos, percebo que as dúvidas deles sobre os objetivos das aulas são, exatamente, o porquê de terem de aprender tudo isso. Procuro explicar-lhes, mostrando que há vários métodos para se registrar a história da gente, nos diferentes tipos de Arte, e que eles poderão escolher em suas vidas, o método que mais lhes agradar para conhecer a história universal dos povos, e também para viajar pela aventura humana, e desvendar as questões mais transcendentais sobre o sentido da vida.

E a mim compete apresentar-lhes a Arte literária. Nenhum deles me perguntou ainda por que não são obrigados então, a ter aulas de Música, ou de Pintura, ou de Escultura, ou de Arqueologia, ou de Antropologia, ou de Teatro, por exemplo. Para eles, conhecer os movimentos literários, seus autores e obras, não serve para outra coisa, a não ser que “cai no vestibular”.

Então, penso que, se os alunos perguntam para que serve “esta coisa”, ou por que têm de saber tudo “isso”, é porque minhas aulas não estão demonstrando que eles saibam o tempo todo por que estão estudando Literatura, ou então é porque o conteúdo está sem graça, fora do contexto. O que será que o desinteresse dos alunos está querendo me comunicar? O que querem realmente me dizer com conversas paralelas, brincadeiras, sono (sim, alguns dormem na aula) e agressividade?

Parece-me que não estão direcionando estas atitudes especificamente para mim ou para a matéria que têm de aprender, mas para este ambiente monótono, asfixiante em que se transformou a sala de aula. Talvez preferissem estar em outro lugar, certamente em seus quartos, em jogos de computador, ou em outro ambiente que lhes trouxesse mais vontade de participar das atividades e não querer mais parar.

E nestas horas, sinto minha limitação para fazer as aulas criativas e interessantes, e transcender meus limites. E indago-me:”sou professora para quê?”, se cada um traz dentro de si uma inquietude, uma curiosidade natural para descobrir sua história e meios para obter tal conhecimento (se assim o desejar, é claro)?

Então, concluo que, para os alunos que realmente desejam ampliar sua cultura e saciar sua sede de conhecimento, não é suficiente ficar assistindo a aulas, somente sentados naquelas carteiras. Preciso rever meus métodos. Talvez, nós, professores, já tenhamos sidos descartados e engolidos pela máquina globalizante, diante de uma geração que  tem outros objetivos tão imediatos. Uma professora-robô. Será?

Leia mais sobre síndrome de burnout, aqui e aqui.
Imagem: Robô Repliee Q2
[tags]professor-robô, síndrome de burnout, sala de aula, professor-aluno[/tags]

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