I will stay in your heart

June 29th, 2009 Denise Rangel Posted in Família, Viver, sociedade No Comments »

Sempre vi Michael Jackson como um menino. Um Peter Pan. Suas canções adolescentes, com voz infantil, me sensibilizavam, fascinavam-me. Lembro-me de que, em minha adolescência, ainda não sabia  inglês, mas já cantava junto com ele: “Bin, dê thu ôvas nidi luk nômô” e “uandêi iniorlai”, respectivamente, das canções Ben (acima) e One day in your  life, as minhas preferidas até hoje.

Não pretendia fazer um post sobre o Michael, pois a dor-de-mãe-órfã anda muito forte por estes dias, como já descrevi aqui, da emoção ao rever as cenas da morte de Jean Charles, morto no metrô de Londres. No entanto, como eu disse, via Michael como aquele eterno adolescente, frágil, triste, solitário, e tão querido, que preciso deixar registrado meu sentimento por esta perda.

Nem mesmo as acusações e problemas outros que trouxeram uma névoa sobre sua imagem conseguiram tirar-me o encantamento ao ouvi-lo cantar.  E eu sei bem o quanto dói uma imagem estigmatizada. Vivi isto muito de perto com meu anjo.  Por isto não  julgo ninguém.

“Um dia em sua vida, você vai lembrar de mim de alguma forma”… Eu me lembrarei todos os dias. De Michael, de meu Anjo, de todos os michaels e jeans que se foram e deixaram tão fortes emoções em nossos corações  de  mães-órfãs. Certamente, vão ficar no meu coração.

vídeo: youTube

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Inundação e solidariedade

May 17th, 2009 Denise Rangel Posted in Viver, sociedade 3 Comments »

A querida Aninha, do blog  O meu jeito de ser, levanta uma questão para reflexão e ação: quando houve a enchente no sul do país, percebia-se mobilização por toda parte. Agora, como a situação se repete no nordeste, não se vê tanta euforia para ajudar os desabrigados atingidos pelas chuvas. Aninha pergunta: somos todos iguais?

Segundo o Diário do Nordeste, o quadro é de calamidade pública. Os estados mais atingidos pelas fortes chuvas são Maranhão, Piauí Ceará, Bahia, Pará e Amazonas. Famílias inteiras acomodam-se em prédios públicos, igrejas, barracões, praças de esporte, e dependem da ajuda que lhes garanta alimento e abrigo.

Obviamente, os que mais sofrem são os grupos de baixa renda, sem condições financeiras para seu próprio sustento e reconstrução de suas casas e vidas. No Ceara há cerca de 78 municípios atingidos pelas chuvas. Foi decretada situação de emergência e a ajuda que vem do governo e de donativos não é suficiente para suprir as necessidades por água, alimentos, colchões, roupas e outros.

Quem quiser ajudar, dá uma passadinha lá no blog da Aninha que disponibilizou algumas informações importantes de como fazê-lo.

vídeo: Globo

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Há mães e mães …

May 17th, 2009 Denise Rangel Posted in Viver, educação e ensino, sociedade 6 Comments »

escadarolante

Enquanto as Luluzinhas discutem  na blogosfera as confissões de Maria Mariana sobre a maternidade, fico imaginando se algumas mulheres realmente deveriam ter se tornado mães. Cada dia me convenço mais de que algumas mulheres não têm vocação para tal. O filho é um acidente, ou algo parecido, com o qual não têm nenhum compromisso. Já outras  mulheres, conscientes de que  não  têm  aptidão para serem mães, decidem que não terão filhos. É uma decisão responsável. Não vejo nenhum egoísmo nisto. Ser mãe é compromisso, não pode ser diferente.

Hoje, quando eu me preparava para descer a escada rolante em um shopping, vejo um menininho, um bebê ainda, devia ter uns dois anos ou menos, correndo em direção à escada, completamente sozinho. Só tive tempo de segurá-lo para impedir que ele alcançasse a escada.  Olhei à volta e não vi a mãe. Havia dois seguranças perto e eu disse a eles que aquela criança estava sozinha. Entreguei o bebê a eles.  Alguns segundos transcorreram até  que a “mãe” aparecesse, tranquila, tranquila, com um olhar sorridente e despreocupado. Fiquei tão indignada que  desci as escadas rapidamente para não falar o que não devia. Absurdo. Irresponsabilidade. Incompetência.

Eu sei que as crianças cegam a gente. Quem já não perdeu o filho de vista alguma vez?  Até eu, como já contei aqui, perdi minha filha por alguns angustiantes momentos. O que me deixou indignada foi ver a tranquilidade daquela mãe. Pensei que apareceria alguém apavorada, nervosa, aflita com a possibilidade de seu bebê ter se precipitado escada rolante abaixo; mas, qual nada, ela nem se abalou.

É, realmente há mães e mães.

Imagem: daqui

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O preço de um desafio

May 16th, 2009 Denise Rangel Posted in Trabalho, Viver, aposentadoria, educação e ensino, sociedade No Comments »

O Preço do Desafio
(Stand and Deliver)

País/Ano de produção: EUA, 1988
Duração/Gênero: 102 min., Drama
Direção de Ramón Menéndez
Roteiro de Ramón Menéndez e Tom Musca
Elenco: Edward James Olmos, Lou Diamond Phillips,
AndyGarcia, Estelle Harris, Virginia Paris,
Mark Eliot, Will Gotay, Patrick Baca.

preco_desafio_03

Assisti há pouco, o filme O preço de um desafio, baseado em fatos reais, que mostra a trajetória de um professor, Jaime Escalante (Edward James Olmos), boliviano radicado em Los Angeles, em uma escola de subúrbio em Los Angeles, o colégio Garfield.

Em meio a um ambiente devastado por gangs e drogas, com um alto índice de desistência, ele enfrenta o desafio de ensinar e, com um método próprio e bem original,  consegue motivar a turma  e, juntos,  vencem os desafios da discriminação e descrédito de todos.

Ao final, todos os alunos receberam notas altas no exame de  cálculo, a ponto de o Serviço de Testes Educacionais de Princetown, New Jersey, desconfiar e acusá-los de fraude. Os estudantes  fazem novas provas e confirmam os resultados.

Emocionei-me quando assisti ao filme,  justamente por discutir esta tão controversa questão educacional. “O Preço do Desafio”, por ser baseado em fatos reais, mostra que, com determinação, coragem, amor aos alunos e à profissão, é possível sim, vencer tantas barreiras que discriminam e estigmatizam os alunos rebeldes como incapazes de aprender e vencer.

Lembrei-me de alguns pouquíssimos alunos meus que conseguiram vencer barreiras semelhantes e estão muito bem hoje. Acredito que o êxito deles deve-se , em maior parte, a seu esforço próprio. Pouco fiz para motivá-los. Houve momentos em que pensei em desistir várias vezes. Sei que um professor pode estimular os alunos a mudarem de vida e trilharem um caminho diferente. Porém, o preço é tão alto que muitos desistem no meio do caminho.

Estou aposentada da escola pública há poucos dias, e sinto que, em nosso país, pouco ou quase nada se faz por comunidades violentas, agressivas, desmotivadas e pobres. Eu realmente gostava de meus alunos, mas sentia-me incapaz de convencê-los a mudar suas vidas. Orgulhava-me dos que conseguiam e sabia, bem lá dentro de mim, que grande parte do esforço era muito mais deles que meu. E fica um buraco aqui, dentro de meu peito.

imagem: daqui

Mais vídeos aqui: youtube

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Vou pedir o café …

May 7th, 2009 Denise Rangel Posted in Trabalho, Viver, aposentadoria, educação e ensino, sociedade 6 Comments »

cafe-da-manha

Um novo tema passará a integrar o conteúdo deste blog: a vida após a aposentadoria. Antes, eu apenas vislumbrava esta possibilidade, mas agora, ela é real. Não completamente, pois ainda continuo o trabalho na rede privada; no entanto, interromper uma rotina de 33 anos de carreira na rede pública é uma mudança e tanto em minha vida.

Estou aposentada do magistério público há dois dias. Ainda não sei definir como me sinto. A impressão que tenho é a de que nada mudou, pois, como já disse, saio para trabalhar na escola particular, onde tenho uma rotina bem semelhante  (e até mais cansativa) a que possuía na escola municipal. Acordar cedo, planejar aulas, digitar e corrigir provas, desenvolver projetos e outras atividades  relacionadas. Não tem nem graça dizer que estou aposentada.

De qualquer forma, este tempo livre que tenho à disposição será usado para fazer tantas coisas de que gosto e que a falta de tempo me impedia de realizar. Talvez eu nem faça tudo o que tenho planejado, mas, fazer planos é peculiar a esta fase da vida do trabalhador. Agora não mais sonhamos, agora planejamos e realizamos. Isto é muito interessante e motivador.

Neste primeiro momento, não quero fazer absolutamente nada. Isto mesmo: nada. Preciso aproveitar estes dias de liberdade, sem responsabilidade de acordar cedo e de realizar todas as tarefas profissionais. A sensação é tão maravilhosa que me sinto alforriada, se me permitem tal comparação. Sinto-me tentada a “chutar o balde” e largar a escola particular também. As responsabilidades,  compromissos e dívidas que ainda tenho, no entanto, não me deixam tomar tal atitude por ora. Talvez eu mude de carreira e pare de ensinar. Ainda estou pensando.

Há algumas coisas que gostaria de fazer, a longo prazo. Tempo eu tenho de sobra, no momento. Poderia começar por aprender um novo idioma.  O live mocha me parece uma boa opção, por sua praticidade e liberdade. Outra coisa que gostaria de recomeçar é a fisioterapia. Minha coluna agradece.  Aliás, está na hora de fazer todos os exames de saúde que  estive adiando por falta de tempo. Já marquei o oftalmologista.  A próxima consulta será com a ortopedista. E assim por diante.

Outras extravagâncias que quero cometer só serão possíveis quando estiver totalmente aposentada. Por exemplo, eu gostaria de viajar para uma cidade bem pitoresca e me hospedar por lá, algum tempo, só apreciando a natureza e a vida cultural. Assistir a concertos musicais, festivais literários, mostras de arte e tal. Sem compromisso nenhum, com nada ou ninguém. Não é sonho. É plano.

A aposentadoria não passa de um procedimento legal, pois posso continuar em atividade ou me dedicar a projetos pessoais de meu interesse. Acredito que jamais me sentirei ou serei uma aposentada. Falta do que fazer é o que não vai faltar, hehe, trocadilho besta.

Daqui a pouco o dia amanhece e, pela primeira vez em tantos anos, vou tomar um café da manhã com tudo a que tenho direito, em plena quinta-feira, sem correria, sem estresse, sem olhar para o relógio, nem sair correndo atrasada. Depois, sairei a pé, com a Princesinha, para aproveitar o sol e o ar matinal. Mais tarde, irei me livrar daquela papelada que armazenei durante tanto tempo.

E viva a liberdade! “Vou pedir o café pra nós dois…”

Imagem: daqui

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Não tenho passagem para viajar

May 2nd, 2009 Denise Rangel Posted in Família, Viver, sociedade, web 6 Comments »

Vi lá no blog da queridona Lucia Freitas este desabafo: Acordem brasileiros: o poder é do povo, não de quem está em Brasília!

Já disse aqui que fico indignada com esta orgia de gente que não respeita o nosso dinheiro e manda sua sagrada família, seus amigos, suas “companheiras” e amigos das companheiras passear de avião para a Europa, com a cota de passagens destinadas para o político ir e vir de Brasília para as suas bases.

Deixei de ir a São Paulo ontem, ao aniversário de 15 anos de minha sobrinha, porque não tenho dinheiro das passagens para mim e minha filha. Não tenho vergonha de dizer isto. Paguei meu imposto de renda e não fui viajar.

Sabe, Lúcia, eu também queria muito ter dito estas suas palavras. Então, eu também quero publicar aqui o desabafo indignado de  Luis Carlos Prates. Sinto-me uma ‘trouxa’ que manda amigos de políticos  ’sirigaitear’ na Europa e fico em casa no feriado. Óóódeo!

Assista:


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Semana Carioca de Prevenção da Alergia

May 2nd, 2009 Denise Rangel Posted in Viver, eventos, sociedade No Comments »

alergia

A Semana Carioca de Prevenção da Alergia será comemorada entre 03 e 09 de Maio de 2009, na Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, com objetivo de educar a população sobre a alergia, formas de prevenção e tratamento, chamando a atenção para a importância do especialista no tratamento correto das doenças alérgicas.

Durante o evento, médicos alergistas orientarão a população, distribuirão material educativo, brindes e realizarão medida do Pico de Fluxo Expiratório. Além disso, o público presente receberá um folder listando os locais disponíveis para atendimento de doenças alérgicas na cidade do Rio de Janeiro.

Se você é alérgico (eu sou),  tem alguém na família, um amigo ou conhece algum alérgico, divulgue o evento. Vale a pena obter informações que certamente irão ajudar bastante.

07 de Maio

Dia Nacional de Prevenção da Alergia
Dia Mundial de Apoio ao Combate à Asma

Abertura: domingo dia 03 de maio

Tenda na Praia de Copacabana

Local: Posto 6

Horário: 09:30 às 13:00 horas.

Veja as atividades da Semana Carioca de Prevenção da Alergia no Blog da Alergia.

Imagem: daqui

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Crianças refugiadas em Moçambique

April 30th, 2009 Denise Rangel Posted in Arte e Literatura, sociedade 2 Comments »

africa
Você pode ajudar

Minha querida amiga Grace Olson está lançando um livro sobre as Criancas Refugiadas em Moçambique, pela Editora Novitas. A intenção em publicar esse livro é,  com parte da renda,  retirar uma familia  composta de 10 pessoas, inclusive 8 criancas, que vive em Nampula, Mocambique, num Campo de Refugiados sem as mínimas condicoes de vida.

Grace ,  junto com marido, familia e amigos, vem mantendo todos eles. Mas agora deseja realizar uma ação mais efetiva que é retirá-los de lá e dar ao pai das crianças condições de viver fora da área que, segundo Grace, é bastante perigosa.

Para comprar um exemplar que custa 22 reais + despesas de remessa, basta entrar no site da Editora Novitas: http://www.editoranovitas.com.br/ e clicar em  ‘livros à venda’ – lado esquerdo-   ou  entrar em contato com LETICIA LOSEKAN :  leticia.lo.coelho@gmail.com.

O livro é composto de 110 páginas ,  com fotos de Grace, que dão a real noção da vida dessas criancas na África. Você pode ajudar esta família de refugiados e  adquirir um exemplar do referido livro? Faça isto agora.

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Para onde vai o meu dinheiro?

April 21st, 2009 Denise Rangel Posted in Trabalho, Viver, sociedade 3 Comments »

dividas

Feriado.  Acordei, religiosamente, às 6 horas, sem despertador. Síndrome de trabalhador compulsivo?

Leio, em uma entrevista, político dizer que sempre achou que era uma coisa mais do que natural usar cota de passagens aéreas com esposa. Fico imaginando se pudesse levar meu marido aos congressos a que fui, com as passagens pagas pela prefeitura…  Nada natural, não é?

Até para respirar, acredito que tenha de pagar uma cota. Deve haver algum “imposto” embutido em algum lugar, e  a gente paga sem notar. Já imaginou,  você ter de respirar menos para economizar? Seria hilário, se não fosse tão sério.

Para mudar titular da conta telefônica, tenho de pagar cerca de 40 reais à Oi.  Se  optar por reinstalar meu número antigo, o ônus é de 32 reais; ser respeitado: não tem preço.

Estou aposentável há dois anos. Isto significa que contribuí por mais de 32 anos à Previdência. Aliás, continuo contribuindo, pois o desconto continua em meu contra-cheque (dane-se o hífen, lá rá rá), indevidamente, diga-se de passagem, nestes dois anos.  Solicitei suspensão do desconto e nada. Continuo trabalhando, a aposentadoria não sai, e ainda sou descontada. Pode?

Vou fazer meu Imposto de Renda daqui a pouco, indignada,  ao pensar  em sobre como o meu dinheiro é usado no Brasil,  em atividades que “não” estão listadas aqui:  Para onde vai o Imposto que você paga. Tudo bem que seja direito “dar à Cesar o que é de Cesar”, mas não vamos exagerar, não é? Preciso me concentrar para não errar nada e cair na malha fina outra vez. Bléh!

Hoje é feriado de Tiradentes, que  participou do  movimento de Inconfidência mineira, juntamente com influentes integrantes das elites,  dos quais alguns poucos denunciados foram condenados à prisão e ao degredo na África. O único a assumir as responsabilidades pela trama foi Tiradentes.  Alguém tem de servir para mártir.  Será que vou para a forca? Enforcada por dívidas já estou.

Imagem: daqui

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Coisas que adoro!

April 19th, 2009 Denise Rangel Posted in Família, Viver, sociedade 2 Comments »

monicasol

Depois que postei sobre algumas coisas que odeio, pensei: “por que não postar sobre as coisas de que mais gosto também”. E cheguei à conclusão que, ao falar sobre as coisas que amamos, fazemos um perfil de nossa personalidade, nos mostramos física e interiormente. Às vezes fúteis e infantis, outras vezes sérios e complexos, não importa. Gostei mais de falar sobre as coisas de que gosto. Escrever é uma delas. Bem, vamos à lista:

  • Amo minhas duas princesinhas, minha filha e minha netinha, que me lembram a todo instante que viver é importante. E meu anjo querido, que me fez ser uma pessoa boa enquanto estava aqui comigo, e me transformou em alguém melhor, depois que se foi.
  • Curto demais navegar pela web. Ler sobre os assuntos que me interessam. Blogar, blogar, blogar, blogar e blogar. Viajar pelo mundo através da rede, sem sair do lugar. Conversar com meus amigos em tempo real, mesmo eles estando do outro lado do mundo. Compartilhar coisas sérias e rir de futilidades também.
  • Tenho uma mania de ler vários livros ao mesmo tempo, e não terminar de ler nenhum. Acabo tendo de voltar a lê-los separadamente para poder concluir a leitura.
  • Adoro comer pipoca doce com café quentinho, feito na hora, sentada em almofadas, no chão, e assistindo à filmes de ficção científica na tevê.
  • Sou apegada a meu velho carro, e já sofro ao pensar na hora em que terei de me desfazer dele. Tantas lembranças, marcas que ficaram, de meus queridos que se foram, dos momentos em que estávamos juntos ali.
  • Adoro sentir cheirinho de terra molhada em dia de chuva. É uma sensação tão boa, me faz voltar à infância, quando corríamos, eu e meus irmãos, para o quintal para ficar pulando na chuva, numa alegria indescritível.
  • Coisa boa é andar de jeans e All Star, principalmente depois de chegar do trabalho, em que sou obrigada a usar roupa social. Passo em casa para me trocar, antes de ir a outro lugar.
  • Tenho mania de tapetes, em todos os cômodos da casa. Grandes para a sala e quartos; pequenos para o banheiro e cozinha; passadeiras para o corredor. A sensação de pisar em chão quentinho e poder deitar nele é muito boa.
  • Sou uma devoradora de doces e chocolates. Adoro bananas carameladas,pipocas doce, barrinhas de cereal, balas e bombons. Há sempre alguns desses em minha bolsa.
  • Acho uma delícia usar saias longas, com sandálias rasteiras. E brincos de argolinhas e pulseiras fininhas, sempre prateados. Dão sensação de liberdade e casualidade. Detesto me sentir perua.
  • E para fechar de modo brilhante, adoro olhar para o sol, diretamente, até a vista doer. Adoro.

Bem, chega de listas por ora. Gostei disto, de fazer listas. Porém, listas longas são maçantes, não acham?

Imagem: daqui

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