Seu cotidiano é de consumo sustentável?

December 11th, 2008 Denise Rangel Posted in Blogagem coletiva, Cidadania, Faça a sua parte, Meio ambiente, Rede Ecoblogs 2 Comments »

consumoconsciente

Então participe da blogagem coletiva sobre Consumo Consciente para discutir e divulgar as ações que levem a um cotidiano de consumo sustentável.  Venha contar que é um consumidor consciente, na semana de 15 a 21 de dezembro. Compartilhe suas experiências e dicas para começarmos 2009 com novas posturas de consumo em busca de uma vida mais sustentável.

Sam Shiraishi, do blog A vida como a vida quer, convida os amigos blogueiros para participar desta blogagem coletiva a fim de levantar idéias de boas práticas de consumo e repensar nossa inserção na sociedade buscando a sustentabilidade. E, para refletir no quanto o consumo consciente poderia fazer diferença na realidade em que vivemos:

Além celebrar o Natal, durante as festas de final de ano todo mundo gosta de trocar presentes. Que tal começar a levar em consideração não só o preço e a aparência do produto, mas também os aspectos sociais (se a empresa é conhecida por utilizar mão de obra infantil ou por ser injusta com seus funcionários e fornecedores, por exemplo) e ambientais (se a matéria-prima é de origem legal, se o produto é certificado…). Sabemos que ainda há poucas opções de produtos com essas características e que é difícil avaliar um produto com tanta profundidade, mas será que valorizar mais os produtos locais, por exemplo, evitando aqueles trazidos por meio de grandes deslocamentos, já não poderia ser um começo? Será que evitar produtos pirateados já não seria outra idéia para ser colocada em prática? E trocar o carro pelo transporte coletivo? Quando for viável, esse é até um jeito de evitar o stress do estacionamento e do trânsito no Natal.” Sam Shiraishi

Leia mais informações no blog da Sam. Participe!

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Prova teórica do Detran: você obedece à legislação?

December 11th, 2008 Denise Rangel Posted in Blogagem coletiva, Cidadania, Família, Mulher, Trabalho, crianças, violência 2 Comments »

crianca-no-carro

Tenho de fazer  a prova teórica de trânsito e primeiros socorros do Detran hoje, para renovação da carteira de habilitação. Precisei desmarcar uns compromissos por causa disto. Uma amolação. Terei de responder, em um computador, perguntas relacionadas à legislação de trânsito, primeiros socorros e sinalização.

Não sei para quê fazer exame teórico se, na prática, não se cumpre à risca o que manda a legislação. Por exemplo, eu não prendo a Princesinha no cinto de segurança no banco de trás, desde que o menino João Hélio foi arrastado por bandidos, preso ao cinto de segurança. Ou ela vai no colo da mãe, ou sentadinha ao meu lado, com cinto, em trajetos curtos e em ruas de pouco ou nenhum movimento. Estou errada, vocês gritarão. Prefiro a multa…

Também não paro em sinal vermelho, à noite, em lugares esquisitos.  E vocês sabem que as escolas ficam em lugares  o mais próximo possível das comunidades carentes, onde o índice de violência  é maior.   Gosto  do lugar em que trabalho e não pretendo sair de lá ainda. Como leciono todas as noites , volto  para casa tarde e  dirijo sozinha. O futuro Prefeito que me perdoe,  mas esta história de religar radar no Rio, de madrugada, é mais uma forma de caçar níqueis. Duvido que ele ficaria parado em um cruzamento deserto, à noite. Pronto, falei!

Voltando ao assunto da prova teórica do Detran,  acredito que não será difícil, pois conheço a legislação. Cumpri-la , sem questionar é outra história, hehe. Pra quem quer treinar um pouquinho antes da prova, o Detran disponibiliza o simulador de prova teórica. Basta conhecer o vocabulário utilizado. Muita gente se confunde, justamente por não saber o que significam  algumas palavras, como “passagem de nível, “perímetro urbano”, “frenagem”, “declives”, “incidência de ventos transversais” e outras.

Bem, vamos lá. Espero gabaritar as 30 questões. Excesso de confiança? Talvez. Depois conto para vocês.

Atualizando:

Pronto! Fui lá, me estressei com os atendentes porque não havia a minha foto no sistema, e eles queriam que eu fosse a outro posto, em que entreguei os documentos , para tirar a tal foto.  Que absurdo, com o equipamento todo ali! Reclamei muito e consegui que tirassem minha foto e pude fazer a prova.  É, Valter, são uns “poias,” mesmo! Resultado: não gabaritei. Mas passei.

Imagem: daqui

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Seja uma mulher de peito: toque-se!

October 2nd, 2008 Denise Rangel Posted in Blogagem coletiva, Cidadania, Mulher, Viver 11 Comments »

“A mulher precisa se conscientizar de que a mama é sua, não é do marido, nem do filho.”

Embora atrasada, mas não fora de hora, trago minha participação na campanha Outubro Rosa, a convite da Sam Shirashi, sobre a importância da informação para detectar-se precocemente um diagnóstico de câncer de mama e aumentar as chances de cura na mulher.

Muitas mulheres ainda não se tocam para fazer o auto-exame, pois ainda vêem os próprios seios como atrativo para o homem, inveja para as mulheres ou simplesmente o alimento do filho. A mulher tem que se apoderar de sua mama. É a sua saúde que está em jogo. O auto-exame é importante e a mamografia também (a partir dos 40 anos, ou 30 anos, se houver casos da doença em parentes muito próximos).

Mulheres e homens (sim, vocês também!), vamos nos informar sobre o tema (a campanha lançou um site com informações sobre saúde feminina o www.mulherconsciente.com.br) e escrever uma história diferente para todas as mulheres de sua vida: você mesmo, sua mãe, sua parceira, sua filha, suas amigas.

Participe, divulgue as informações pensando que a cada ano 8 milhões de pessoas em todo planeta recebem diagnóstico de câncer de mama e que uma em cada três mulheres tem, tiveram ou terão algum tipo de câncer em sua vida e, destas, uma em cada dez desenvolverá câncer de mama.

Suas informações e a divulgação das novidades sobre o tema podem significar o diagnóstico e o tratamento precoce de uma - ou mais - destas mulheres. Em nosso país 10 mil mulheres morrem em decorrência do câncer de mama por ano. O INCA (Instituto Nacional do Câncer) estima que são 49 mil casos por ano, o que seria equivalente a 134 novos casos por dia e 5 novos casos por hora.

Seja uma mulher de peito sadio. Faça o auto-exame e cuide de sua saúde.

Imagem: daqui

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A escola ’sozinha’ não alfabetiza ninguém

October 1st, 2008 Denise Rangel Posted in Cidadania, Família, Trabalho, educação e ensino, sociedade 4 Comments »

Dois milhões de crianças são analfabetas, segundo o IBGE e a maioria dos professores não acreditam que a escola possa resolver tal situação. A comunidade precisa estar envolvida. As escolas com maior desempenho no SAEB (Sistema de Avaliação da Educação Básica) são as que trabalham de forma integrada com a comunidade. Pais e professores precisam estar integrados e não é isto que acontece na maioria dos casos. É chocante uma notícia destas, mas a escola sozinha não é a solução para os problemas da criança.

O Brasil não investe o suficiente em educação. Uma escola com recursos tende a render mais. Precisamos de um processo educacional que ofereça opções para a criança aprender, como arte, esporte, oficinas, e outras atividades que a predisponha para o trabalho intelectual. Com dois anos na classe de alfabetização, apenas,  dificilmente uma criança estará alfabetizada. Este processo deve iniciar na pré-escola. É possível transformar esta realidade se experiências lúdicas e de socialização prepararem a criança para o processo de alfabetização.

E é necessário haver uma participação familiar neste processo. Parece “conversa para boi dormir” pois, muitas crianças não têm uma referência familiar no sentido estrito da palavra. Em regiões mais carentes as dificuldades são maiores.  Faltam professores em áreas mais violentas e os que se arriscam a trabalhar nestes lugares não têm tranqüilidade para exercer seu ofício.

Sem estrutura educacional adequada, de que maneira se pode incluir um menino que só conhece a realidade de pobreza, violência , drogas e desamor? Sem atividades e profissionais adequados é uma utopia acreditar que um professor possa realizar o milagre de levar esta criança a “ler o mundo”, que é o que antecede o letramento.

A escola pública não consegue competir com a particular e tampouco prepara o menino para  o mundo do trabalho. Precisamos de escolas menores que possibilitem um atendimento melhor, de mais qualidade, com mais recursos materiais e humanos. Escolas imensas, com centenas de alunos, sem recursos materiais e humanos é uma violência, um verdadeiro depósito de crianças sem perspectiva de aprender algo importante para suas vidas.

O investimento na educação, o tamanho da escola, a formação do professor, a integração com a comunidade,  são aspectos que precisam ser repensados no Brasil. Se não houver investimento em educação e envolvimento de toda sociedade, desde a pré-escola até a universidade, não veremos mudança no quadro atual. Colocar a culpa na escola e no professor é o caminho mais fácil para se lavar as mãos para um problema que é de todos.

Imagem: daqui

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