Voltando ao Meme Literário de Um Mês , depois de conversarmos sobre aqueles livros que são maçantes e que dão vontade de parar sua leitura, hoje, no sexto dia, responderemos à pergunta:
Dia 06 – Quem (ou o quê) inspirou seu amor por livros?
Conte como foi.

Sobre isto, já relatei em outro post: o primeiro livro mesmo, inteiro, de que me recordo ter lido e que me introduziu no mundo das Letras, fazendo-me descobrir a paixão pela Literatura, foi uma indicação da professora de Português, em minha infância: Emília no País da Gramática, de Monteiro Lobato.
Porém, antes disto, desde que aprendi a ler, pegava tudo que via pela frente e parava para ler. Minha mãe brigava comigo: “Essa menina só vive lendo! Todo papel que vê pelo chão pega para ler! Lê até bula de remédio!” E continuei assim, durante toda minha vida tenho lido. Sempre enfurnada em bibliotecas e livrarias. Primeiro por prazer, e, depois, por força da profissão.
Pensando bem, creio que foi aquela imensa biblioteca da Escola Normal, onde eu passava todos os tempos livres das aulas (enquanto meus amigos iam jogar pingue-pongue), lendo, lendo, lendo, que me inspirou este amor pelos livros.
Bem, é isto. Amanhã falaremos sobre emprestar livros. Confiram.











Minha inspiração para ler veio do colégio. Estudei em um colégio de freiras e havia ali um estímulo intenso para todo mundo frequentar a biblioteca e pegar livros desde a primeira série.
Assim que cheguei à 5ª série, tive um professor de Redação e Português que era simplesmente incrível e carismático. Tínhamos que ler um livro por bimestre, fazer resenha e responder a questões sobre a obra. Existem dois livros que lembro muito bem dessa época: O Menino no Espelho, do Fernando Sabino e O Filme na Barriga do Panda, de Odete de Barros Mott, este último inclusive autografado, pois ela visitou o colégio.
A partir daí li toda aquela coleção de Marcos Rey. O contato com os clássicos eu tive no ensino médio, e lembro que gostei muito de Dom Quixote. Ainda tenho alguns livros da época do colégio, pois releio de vez em quando.
Hoje não me imagino mais sem livros. De jeito nenhum! rs
Abraço!
Sybylla,
Quem é estimulado a ler desde a infância, dificilmente perde o amor aos livros. Acredito que muitas pessoas que não gostam de ler, não tiveram este hábito na escola ou em casa. Conheço, entretanto, pessoas que tiveram acesso aos livros e os liam por obrigação, e que, infelizmente, odeiam ler, por preguiça mesmo. Não que deixem de apreciar a arte, mas preferem um filme, uma peça, ou outra forma mais “preguiçosa” de receber o conteúdo sem ter o trabalho de ler.
beijo, menina
Talvez por eu trabalhar com textos, a resenha funciona como uma discussão sobre a obra. Esta multiplicidade de visões sobre um mesmo tema é enriquecedor.
beijo, menina
[...] Meme Literário de Um Mês, atrasada uns dias, mas sempre em tempo. No último post, falamos sobre o que inspirou meu amor por livros, e hoje, no sétimo dia, responderemos à [...]