
Segundo o método GTD – a técnica de organização pessoal e produtividade intitulada “Getting Things Done”, a Arte de Fazer Acontecer , uma fórmula anti-stress para estabelecer prioridades e entregar soluções no prazo – ter uma caixa de entrada e processá-la regularmente é uma das principais ações para a produtividade pessoal.
Pensando sustentavelmente, além de economizar tempo, é importante reaproveitar materiais também. Qualquer material pode ser transformado em caixa de entrada: uma bandeja, um escaninho ou mesmo uma caixa (de sapatos, de bombons, etc) onde você coloque toda a correspondência, anotações, documentos, contas e tarefas que pretende (e precisa) executar.
Por mais digital que eu tente ser, resolvendo a maioria das tarefas on line , ainda assim, pendências em papel são inevitáveis: correspondências, anotações de aula, planejamentos e outros itens não-virtuais também precisam ter um local próprio para serem armazenados antes de serem processados.

Caixa de bombons vira caixa de entrada

Eu costumava usar uma caixa de bombons, de papelão, dentro da escrivaninha, para colocar as tarefas e pendências. Há poucos dias, porém, ao ver uma caixa de papel usada como caixa de entrada, no Albergue Joaninha, da @lufreitas, lembrei-me daquela caixa de bombons Ferrero Rocher, de acrílico, que eu usava como porta-joias.
Então, resolvi transformá-la em minha caixa de entrada e saída. Na parte de cima, as tarefas a executar, e na de baixo, as pendentes ou para serem executadas posteriormente. A caixa de bombons, de papelão? Continua dentro da escrivaninha: agora ela recebe as contas do mês pagas. E o porta-joias (bijuterias, no meu caso)? Bem, caixinhas é que não me faltam por aqui.
E você, como é a sua caixa de entrada? Reaproveitou alguma embalagem? Conte pra nós!










