Um horror! As unhas e a foto…
De tanto sofrer com os bifes de manicures, tomei pavor de fazer as unhas com elas. Há muito tempo que não corto as cutículas. Toda noite (quando lembro), passo um hidratante nas mãos e o removedor de cutículas
da Avon. O uso contínuo ajuda a mantê-las fininhas, sem haver necessidade de cortar com alicate. Os cremes removedores de cutícula ajudam a tirar o excesso e evitar machucados e inflamações. Com o tempo, a cutícula se retrai.
E, então, já que a tarefa de cortar as cutículas não seria mais necessária, parei de frequentar salões e manicures. O problema, no entanto, passou a ser o pintar as unhas sozinha sem ficar um horror! Geralmente faço primeiro a mão esquerda, e, sem esperar o esmalte secar, pinto as unhas da mão direita. Assim, com o esmalte da outra mão ainda fresco, é inevitável pintar sem borrar ou estragar.
Comentei sobre esta minha dificuldade (leia-se burrice) no Twitter e a querida amiga @lilianap me deu logo um toque: “pois aprenda a fazer as unhas, querida! É uma terapia gostosa. Fazer unhas é prática, prática e prática. Se quiser te ensino.” Aceitei imediatamente a ajuda de quem sabe das coisas.
Pois bem, segundo minha amiga, é simples: ” Pinte e borre sem dó. Deixe secar bem e então tire os excessos. Demora um pouco mais, porém funciona. É rápido, prático e fica elegante” , garante Liliana. Parece fácil, não é? Pois este é o problema: na hora de tirar os excessos, falta coordenação na mão esquerda para limpar o esmalte da outra mão.
Resolvi seguir as recomendações dela e deixar minha impaciência de lado. Passei uma camada de Protective base Mavala e depois pintei as unhas com duas camadas de esmalte Amore Mio, da Color Trend, Avon, esperando secar entre uma e outra, como manda o figurino, digo, a Liliana.
Fiz primeiro a mão esquerda, esperei secar e depois a direita. Não me preocupei em borrar fora das unhas. Há quem diga que é importante passar o palitinho para tirar os excessos de esmalte, deixando limpinho em volta da cutícula, para não precisar passar o algodão tão perto da unha, no momento em que for limpar com o removedor. Preferi seguir a dica da Liliana e deixar borrado. E mesmo que tentasse passar o palito para tirar os excessos, fatalmente estragaria tudo.
Depois de seco o esmalte, passei uma camada de óleo secante e esperei mais um pouco. Hora de remover o excesso de esmalte. Deixei de lado a acetona e mudei de vez para o removedor de esmaltes oleoso. Usei o removedor Océane femme, que ganhei no último Luluzinha Camp RJ.
Ao final, achei que minhas unhas ficaram horríveis! A Liliana está corretíssima: o segredo para se pintar as unhas sozinha, com perfeição, é treinar, treinar e treinar. Um dia eu chego lá! Por ora, é assim mesmo, com estas unhas, que irei ao próximo LuluzinhaCampRJ amanhã. E torcendo para ter oficina da Fingr’s… Sou bonita?

Uma mestra feminista e eco-consciente.







