É bonita… ♪
June 27, 2010 Uncategorized
♫ … Então numa porta bonita e dourada
Iremos atravessar
Chegando do outro lado
No coral vamos cantar
Miguel, ao arcanjo, regendo o coral
E todos dizendo assim:
Como é lindo o lugar
Que Jesus preparou para mim! ♫
Encontrei uma mensagem no Twitter, hoje, pela manhã, enviada pela @joangel1, e confesso que, ao mesmo tempo em que me senti confortada, fiquei proporcionalmente abalada. Ela escreveu um post, no qual faz referência a outro que fiz há algum tempo, sobre a graça de ser mãe de um anjo, em que faço reflexões a respeito da perda de um filho.
Quando ela afirma, em seu post que, em qualquer tipo de perda, se permite o tempo de luto para enterrar o acontecido, a decepção, o sonho perdido, para depois se reerguer e renascer, fiquei pensando que a dor da perda de um filho é eterna. Não vislumbro um “tempo” de luto para tal perda. Significa que um dia a dor acabará? Não creio.
Há tempos venho pensando sobre a função do velório das pessoas que amamos. Cantamos hinos na cerimônia que falam de ressurreição, vida e descanso eterno. O ministro faz uma leitura bíblica e traz uma palavra de conforto aos vivos e não aos mortos. Faz-se uma a oração. O corpo volta ao pó e todos retornam a suas vidas. E tudo se acaba.
E tudo se acaba? De jeito nenhum? O amor nunca morre. E esta dor nunca passa. O conforto consiste em crer que ele está em um lugar preparado, muito lindo e especial. E que eu o reencontrarei um dia. Até lá, a lembrança de sua imagem ficará para sempre gravada em minha memória, em meu coração, em minha mente, em minha vida. Eternamente.
Imagem: daqui
- Para sempre em meu coração…
- “Olha aí, é o meu guri”
- Amigos sabem o que dizer
- Mãe-órfã
- Pedras que choram
- De novo em meus braços
- Dor que mutila
- Pensando no ano que passou
Comente aqui: (3)








Oi, minha querida, concordo com você, por isso, afirmei que: “Mas, de todas as perdas, a pior é a da morte. A dor de não ver mais. E quando assisto a um filme, ou vejo pessoas dizendo da dor de perder um filho fico em pânico, porque eu não sei como eu sobreviveria”. Não mesmo sabe? Se com perdas pequenas, já fico tão abalada… Mas quando assisti ao filme, o que pensei realmente, foi: “Ela tá certa, ele é realmente um anjo e está sempre perto dela…”embora eu saiba que nem sempre esse pensamento conforte ou console a dor aguda da saudade.Porque sei que essa do não acaba mesmo. O amor a um filho é sagrado demais pra ser tão pequeno, para ter um fim. Acredito no amor que nunca morre. Acredito na perfeição divina. E acredito no reencontro de almas. Suas palavras me fizeram pensar e revisarei o post. Mania de professora, pensar tanto? Refletir tanto? Gostei muito dos seus escritos e ofereço-lhe minha amizade.Que Deus a abençoe sempre mais.Beijo.
Responda este comentário
Denise Rangel Reply:
June 27th, 2010 at 12:19 pm
Obrigada, querida, parece que já começamos uma amizade, não é mesmo, hehe
Quanto a revisar o post, creio que não devias, pois é a tua reflexão, o teu sentir. Minha visão é diferente porque vivencio a perda. Deixa fluir o que sentes.
beijo, menina
Responda este comentário
Parabéns pelo post, é muito útil mesmo!
Responda este comentário