A quantidade de alimentos desde a Última Ceia se expandiu ao longo do tempo. Um estudo conclui que, se a arte imita a vida, no último milênio ela vem refletindo a maior disponibilidade de alimento entre a população em geral.
Até quando poderemos dizer que os recursos alimentares tornaram-se geralmente mais disponíveis? Em época de Páscoa, seria importante refletir sobre o sentido de se fazer uma ceia farta, substituindo a carne, por bacalhau, atum, lagosta ou qualquer outra coisa que nada mais é que consumismo.
Uma super-ceia consumista não reflete o espírito de reflexão e humildade pascal. Se, por outro lado, decidimos abster-nos de alguma coisa, façamos com sabedoria e não com hipocrisia. Jejum na Páscoa e consumismo alimentar o resto do ano?
Imagem: A Super-Sized Ceia, depois de Leonardo da Vinci”- por Mike Licht.

Uma mestra feminista e eco-consciente.








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Ai Denise, eu confesso que me irrito com esse negócio de ceia e ideologias religiosas. Nada contra aqueles que dizem amém aos santos, cada um tem a vida que acha melhor e acredita no que lhe convém.
Mas acho que a questão fartura não é observada com ciência, muito pelo contrário porque muitas coisas que são servidas nessas ceias de natal, páscoa e sei lá mais o que acabam no lixo. É o cúmulo do desperdício e as pessoas acham tudo muito natural.
Beijos pra vc carissima
Hei, não sei se te contei, mas o Marco fez meu suporte para notebook com caixa de feira. Ficou ótimo e não ficou pesado, depois te envio a foto. Bjs