A tradutora Denise Bottmann é autora de “Não gosto de plágio“, um blog de utilidade pública, onde ela denuncia editoras que utilizam plágios de tradução. Várias editoras já tiraram de circulação obras que ela identificou como plágios; outras não se manifestaram; mas duas (Landmark e Martin Claret) entraram com um processo contra ela.
Não aceitamos tal prática e queremos as editoras que cultivam o hábito de plagiar obras fora do mercado. Se você também não compactua com tal procedimento, ajude a divulgar a questão, de interesse público, em seu blog e Twitter, em sua lista de contato, enfim, vamos acabar com esta injustiça.
O plágio nas traduções é um crime de direito autoral e torna a concorrência no mercado editorial desleal, pois:
1. fere a Lei de Direitos Autorais, que considera o tradutor como autor de obra derivada e salvaguarda seus direitos morais e patrimoniais;
2. configura concorrência desleal, pois as editoras de má-fé, não arcando com os custos dos direitos de tradução ou não pagando por uma retradução, põem em desvantagem as editoras que, pautando-se pela idoneidade, assumem tais custos;
3. atenta contra nosso patrimônio cultural, ao disseminar a cópia fraudulenta de obras muitas vezes assinadas originalmente por nomes reconhecidos e estimados de nossa literatura.
Se desejar ( e eu espero que sim), assine o manifesto de apoio à Denise Bottmann, processada pelas editoras, por denunciar a prática de traduções plagiadas. As editoras e livrarias precisam saber que o público em geral também não gosta de plágio.
Não gosto de plágio! E você?
Leia e assine o Manifesto de apoio a Denise Bottann
Apoio Denise Bottmann

Uma mestra feminista e eco-consciente.








Denise:
Plágio? Tõ fora!
Uma boa semana!
Anny.
Também tô fora!
Obrigada, menina!
Ótimo post.
DE,
o que eu penso de cópias, plágios e afins está lá na sidebar do perplexo. Por sinal, copiei e colei de um outro site. Normal.
Os paradigmas estão mudando e nossa conduta idem. Por isso disponibilizo o livro prá download grátis. Ninguém é dono de nada. Vale tudo. Salve-se quem puder.
Beijo, menina
Valter,
Estamos falando de comercialização de obra alheia. Alguém vender seu livro com nome de outro autor, está correto? Pensa bem, rapaz!
Abraço, garoto
Denise,
É claro que não gosto de plágio, nem de nada que fira a lei de direitos autorais. Por convicção e interesse, é claro!
Beijo grande
Com certeza. É mentir ao leitor e roubar ao autor da obra. Há quem ache normal que se copie obra dos outros comercialmente e se intitule o autor delas.
Bom vê-lo por aqui!
Abraço, garoto
Perfeita a atitude das editoras idôneas cobrando ética das outras editoras. Sabia das denúncias da Denise, mas não sabia ainda que as editoras estavam cobrando comportamento, enfim, foi esta atitude que sugeri no post do Allan e acrescentei que até segunda ordem, compro meus livros das editoras portuguesas, justo por lançarem seus títulos antes mesmo das editoras nacionais. Fica algo estranho no ar, tipo, que seja copia das editoras portuguesas, daí um bom número de tradutores profissionais desempregados! Beijus,
Exatamente, Luma, mas o consumidor não tem esta experência, e acaba levando gato por lebre. E grandes tradutores são “lesados” nesta reformulação e maquiagem de tradução, para se passar por inédita.
Beijo, menina