
Durante a Campus Party 2010, um grupo apaixonado por livros, composto por editores, blogueiros, professores , jornalistas, advogados e estudiosos, se reuniu em uma Desconferência sobre livros digitais”, para discutir o futuro dos livros.
Estávamos lá, @deniserangel ( eu mesma!), @hedraonline, @ladyrasta, @samegui , @ronaldopelli, @alessandro_m , @gnsbrasil, @lenteaberta, @tebenas, @cybelemeyer, (esqueci alguém?), com cobertura online no twitter, pela tag #livrodigital.
A discussão teve como foco a mudança na forma de consumo na leitura de livros e em como os leitores vão encarar os livros no futuro. Discutimos o perfil do novo autor, diante de todas as possibilidades de publicação on line e offline.
Deste encontro saíram algumas opiniões para algumas questões, entre elas: “o livro impresso em papel não vai morrer”; “as pessoas optarão, em alguns casos, por leitores digitais”; “outras, utilizarão exclusivamente os e-readers”. Todos concordamos que a leitura, a transmissão de informação, de conhecimento, de conteúdo, não vai acabar. Ufa!
Como vai ser a transformação da leitura na transição para o digital? Quais são os prós e os contra da transformação? Quem prefere ler no papel, o que vai fazer? Essas e outras perguntas podem ser discutidas na comunidade Livros online e offline, criada em O livreiro.
Quer entrar na discussão? Associe-se à nova comunidade Livros online e offline, em O livreiro e participe!
Foto: Sam Shirashi

Uma mestra feminista e eco-consciente.








Denise,
Estava agorinha mesmo lendo um post do (traduzido pelo) Milton Ribeiro que registra a falta de tempo à leitura, envolvido que estamos com toda essa parafernália de entretenimento como internet, tv, etc. Confesso ter cada vez menos tempo para ler como lia antes, mas estou convencido que os livros de papel estão com os dias contados. Diria que dentro de vinte anos serão tão utilizados quanto os velhos Atari são hoje. Por outro lado, o acesso à informação e a concorrência vão obrigar mais e mais à leitura de livros – talvez tenhamos que mudar o nome, livro será peça de museu – e isso irá fomentar a necessidade de novos autores. E mais: que os autores serão cada vez mais especializados. Até o dia em que inventarem um modo de absorver conhecimento e cultura sem esforço. Só espero já não ser testemunha dessa mudança.
Beijoca
Allan,
Penso que talvez você tenha razão, devido à rapidez com que a tecnologia avança. No entanto, creio que esta mudança não será tão radical, mesmo porque nem todos os países têm acesso à tecnologia.Há lugares que nem energia tem.Então, penso que os livros impressos conviverão com os digitais ou com qualquer outra fonte de transmissão de conhecimento.
E, sim, quero ver tudo acontecer!
abraço, garoto
[...] Livros online e offline [...]