
Ontem e hoje: Os braços não perdoam, hein, fofa!
Para algumas mulheres, ser chamada de “fofinha” pode soar mais como sarcasmo que propriamente um elogio. E, associada à palavra “doce”, fica subentendida a causa da “fofura”. E, nestas horas, é preciso rever rapidamente nossos hábitos alimentares.
Há cerca de dez meses, tomei a decisão de não mais comer carne, de espécie alguma, por razões pessoais e ambientais, e, neste tempo, precisei rever minha alimentação de modo a adaptar-me à mudança de hábito em meu cardápio.
Embora algumas pessoas me chamem, equivocadamente, de vegetariana, não sou radical e consumo alimentos de origem animal, como ovos, leite e seus derivados. E doces, muitos doces! De balas a bolos; de pirulitos a caixas de bombons; de brigadeiros a doces de panela; de bananadas a vidros de doces em conserva, etc, etc, etc …
Hoje percebo que tenho de, novamente, rever meus hábitos alimentares. Agora, por outro motivo: a constatação de que engordei dez quilos, desde que meu anjo me deixou. A compulsão por doces e chocolates se acentuou e, só agora, dei-me conta de que preciso, urgentemente, mudar esta situação para evitar a obesidade e suas consequências nocivas à saúde.
Já não utilizo óleo para cozinhar, há muito tempo, substituindo-o por azeite, em pequenas proporções. Passei a comer mais frutas e legumes e obrigar-me a beber muita água. Raramente como pão ou biscoitos. O refrigerante, só fora de casa, ou em ocasiões especiais, quando pedimos uma pizza e ele vem acompanhando como brinde. Presumo, então, que preciso cortar (ou diminuir, pelo menos) o que me engordou: a compulsão pelos doces.
Iniciei, há uma semana, um esforço tamanho para diminuir (não eliminar, vejam bem) a quantidade de doces em meus hábitos alimentares. Depois de devorar metade do arsenal que trouxera da casa de minha sogra e de minha filha, tomei coragem e joguei fora a outra metade dos vidros de doce de coco, chuviscos e cocadas.
Tive uma recaída ontem, ao procurar desesperadamente por doces e não encontrá-los em casa: misturei achocolatado com leite em pó e água e comi aquele “brigadeiro” improvisado. E ataquei o saquinho de pirulitos da Princesinha. Lástima.
Dieta não funciona comigo. Tampouco exercícios físicos ou academia. Minhas atividades diárias já me obrigam a me exercitar o suficiente. Espero, em breve, poder voltar aqui e dizer que consegui emagrecer com saúde, alimentando-me saudável e conscientemente. Isto inclui não usar as guloseimas para compensar meus sentimentos de perda ou frustração. Aguardem notícias menos calóricas.
Afinal, a frase “Você é um doce, fofinha!”, definitivamente não é um elogio!











O açúcar estimula algumas áreas do cérebro que causam um bem estar, assim como chocolates, cafeína, alcool, cigarros, enfim, açúcar é uma droga também! Eu aconselho procurar uma nutricionista e relatar o seu problema. No caso, para suprir a sua necessidade teria que comer um batalhão de frutas, o que também seria inviável. Talvez tenha que tomar algum remédio temporariamente para bular essas reações cerebrais.
Já procurou saber se não é diabética? Beijus,
Estou ciente disto, e já penso , sim, em procurar uma nutricionista, ainda esta semana. Quanto á diabetes, até o momento, nenhum exame acusou. De qualquer forma, menos doce será melhor para a saúde. Vou conseguir.
beijo, menina