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	<title>Comments on: Natal sem Jesus, mas com festa&#8230;</title>
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	<description>Tempestade e paixão</description>
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		<title>By: Cláudio Costa</title>
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		<dc:creator>Cláudio Costa</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Dec 2008 16:29:28 +0000</pubDate>
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		<description>Seu depoimento sobre como tem vivido o Natal é emocionante, pelo conteúdo, pela sua verdade e, principalmente, porque nos provoca identificações e lembranças. Um &#039;Natal ideal&#039; teria que ser absolutamente singular, vivido de acordo com desejos e expectativas muito pessoais, o que provocaria comemorações &#039;autísticas&#039;, não é mesmo? Por outro lado, as festas que não levassem em conta o lado &#039;pessoal&#039; (a maioria delas) seriam vazias e sem ressonância. Mas há aspectos &#039;transicionais&#039; (elementos que transitam entre o puro Eu e o Mundo, os outros, o  Outro. Assim, Denise, seu depoimento singular foi publicado, transita pelas ondas invisíveis da web e mexe com corações e mentes que o lêem. Taí uma boa forma de comemorar (&quot;co&quot;+&quot;relembrar&quot;), em que o Eu se mistura ao Nós. Daqui de Belo Horizonte, sinto-me co-participante e agradeço-lhe por isso. Feliz Natal!

&lt;strong&gt;Você está certo, doutor. Em contato com o outro, nos completamos, e nos sentimos, se não felizes, pelo menos, alegres. Fui à casa de minha filha, depois à de minha irmã, e hoje, passei o dia reunida com a família em casa de minha mãe. Talvez se estivesse em casa, a dor e a lembrança seriam minha companheira. Foi bom estar com eles. Não mais como antes, devido à ausência de meu menino. Mas eu estava bem.Que bom poder compartilhar com amigos como você, nossos sentimentos, nossa alma. Feliz Natal, todos os dias, doutor.
abraço, garoto&lt;/strong&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Seu depoimento sobre como tem vivido o Natal é emocionante, pelo conteúdo, pela sua verdade e, principalmente, porque nos provoca identificações e lembranças. Um &#8216;Natal ideal&#8217; teria que ser absolutamente singular, vivido de acordo com desejos e expectativas muito pessoais, o que provocaria comemorações &#8216;autísticas&#8217;, não é mesmo? Por outro lado, as festas que não levassem em conta o lado &#8216;pessoal&#8217; (a maioria delas) seriam vazias e sem ressonância. Mas há aspectos &#8216;transicionais&#8217; (elementos que transitam entre o puro Eu e o Mundo, os outros, o  Outro. Assim, Denise, seu depoimento singular foi publicado, transita pelas ondas invisíveis da web e mexe com corações e mentes que o lêem. Taí uma boa forma de comemorar (&#8220;co&#8221;+&#8221;relembrar&#8221;), em que o Eu se mistura ao Nós. Daqui de Belo Horizonte, sinto-me co-participante e agradeço-lhe por isso. Feliz Natal!</p>
<p><strong>Você está certo, doutor. Em contato com o outro, nos completamos, e nos sentimos, se não felizes, pelo menos, alegres. Fui à casa de minha filha, depois à de minha irmã, e hoje, passei o dia reunida com a família em casa de minha mãe. Talvez se estivesse em casa, a dor e a lembrança seriam minha companheira. Foi bom estar com eles. Não mais como antes, devido à ausência de meu menino. Mas eu estava bem.Que bom poder compartilhar com amigos como você, nossos sentimentos, nossa alma. Feliz Natal, todos os dias, doutor.<br />
abraço, garoto</strong></p>
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