Love Remains the Same …
Eu nunca pensei que eu tivesse algo mais para dar
Me empurrando para longe, aqui estou eu sem você
Bebendo por tudo o que perdemos, os erros que cometemos
Tudo vai mudar, mas o amor continua o mesmo
[Love Remains the Same]
Fui, com minha irmã, dar umas voltas para espairecer um pouco. Embora estivesse cheia de trabalho para fazer, e com prazos atrasados para variar, resolvi sair assim mesmo. Convidou-me para assistir ao filme “Noites de Tormenta“, pois, segundo ela, seria ótimo. Ela adora romances. “E é com Richard Gere”, disse-me ela. Bom, já que perdemos nosso Pão Paul Newman, pensei, vamos lá. E, sem ver sinopses ou críticas, fui. Pelo título, imaginei que seria um drama, com muita tensão e até terror. Imagina, terror em um filme baseado em um romance de Sparks… Só eu mesmo, né?
Pois é, inspirado no romance homônimo de Nicholas Sparks, o best-seller Nights in Rodanthe, sob a direção de George C.Wolf, o filme traz Diane Lane e Richard Gere em um drama psicológico de um homem e uma mulher que têm dificuldade em expiar suas culpas e que precisam superar suas perdas. Tudo muito lindo: uma fotografia de tirar o fôlego, do carioca Affonso Beato, uma trilha sonora espetacular, sob a direção de Jeanine Tesori , especialmente a música “Love Remains the Same”, interpretada por Gavin Rossdale (ouça aqui), já pagaram a diversão.
Se a intenção era produzir a identificação entre nossa própria experiência afetiva e o drama das personagens, então, em meu caso, funcionou. Principalmente porque há o tema das perdas de pessoas que amamos e que são tiradas de nós brusca e violentamente. Surpreendi-me chorando, vivenciando de novo toda a dor de mãe-órfã, sofrendo a dor da morte, identificando-me com a angústia e solidão da personagem em uma hora tão difícil. Foi inevitável. “Viver é compreender o drama alheio, e dessa compreensão podem nascer tanto o amor quanto a sobrevivência necessária à superação das perdas.”
[tags]Love Remains the Same,Noites de Tormenta,Nights in Rodanthe[/tags]
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Ai Denise, ontem eu vi P.S. I love you e quase morri de tanto chorar. Quem já viveu uma perda de alguém amado é assim, a gente se encontra e solidariza com as perdas dos outros. Sabemos exatamente do que aqueles personagens estao falando!
bjss e um abraco carinhoso
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Oi, linda!!
No próximo fim de semana vou ver esse filme. Beijo para vc, princesinha e fica com Deus, Vivi e bebê
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Irei ver amanhã.
Já sei que é chororô danado, mas adoro Richard Gere.
Carinho meu procê e na princesinha
beijos
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Vi o trailler, gostei.
Vou assistir e, acredito, sair aos suspiros…rs
beijos.
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