Celulares e notebooks a salvo

Em uma cidade como o Rio de Janeiro, atender a uma simples ligação de celular na rua é uma temeridade. Carregar um notebook, então, nem se fala. Aquela sensação de que, a qualquer momento, um indivíduo vai passar correndo por você, dar aquele esbarrão básico e disparar com seu telefone ou mochila (No meu caso, pasta), é constante. Não dá para relaxar. É muita tensão. Até quando não estou com o note na pasta, sinto esta sensação de olhares sobre mim. Paranóia? Pode ser.

Ainda não tive a má sorte de ser abordada e roubada desta forma, mas meu irmão já passou por isto. Então, por precaução, fiz um seguro para o celular e estou pensando em fazer um para o note também. Assim, passado o susto, temos a alternativa de receber outro equipamento. O prejuízo é menor, a não ser que você leve um susto tão grande e tenha um “pirepaque”. Neste caso,quem sai ganhando é o seu cardiologista, se você não dispuser de um bom plano de saúde.

Outro problema desagradável ao se usar o celular ou trabalharo com o notebook em um lugar público, como uma conferência, ou sala de reuniões, ou mesmo em um shopping (tenho amigos que vão trabalhar lá quando a Companhia Telefônica deixa todo mundo a ver navios), é a indiscrição das pessoas em volta, olhando o que você está falando ou fazendo. No caso do celular, há a opção de se falar baixo, ou se retirar para um lugar menos invasivo; mas, com o note, a história é outra. É como um jornal que um cidadão abre no metrô ou no ônibus e uma roda de leitura silenciosa se estabelece à sua volta.

Já existe no mercado, uma película para se colocar na tela do notebook, que dificulta a visualização dela em ângulos maiores que 30°.Vi esta dica no Isso mesmo! e achei o máximo. Mas, infelizmente, a empresa que vende a tal película, a LapWorks, é no exterior e eu não me aventurei a comprá-la. Será que no Brasil já existe tal película? Eu gostaria muito de ter uma… Assim, com o seguro contra roubos e uma película anti-bisbilhoteiros, celular e notebook estariam a salvo. A gente poderia até acessar a conta do banco. Em público? Acho melhor, não. Aí é pedir demais para o Anjo da Guarda, não é?

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5 comentaram em: “Celulares e notebooks a salvo”

  1. É, Denise,

    Infelizmente não é paranóia. É a realidade de nossa cidade…
    Já presenciei duas vezes os pivetes arrancarem o celular com toda força e rapidez de dois passageiros em um ônibus que viajava do centro da cidade para casa. Incrível, Denise. A pessoa está falando ao telefone, sentada e com o vidro da janela aberto. O ônibus está parado no ponto pegando passageiros e, de repente, surge uma mão que rapidamente arranca o aparelho sem ter tempo de salvá-lo.. e assim, mais um celular é roubado.
    É impressionante… EU VI. DUAS VEZES.
    Ai ai ai Rio de Janeiro. Tão bonito por fora e tão feio por dentro.
    Beijos,

  2. DE,
    uma sugestão: aquela barraca de camping, tipo igloo, sabe?
    Então, carrega uma daquelas, monte-a no local em que estiver e tenha tua privacidade.
    Mundnho besta, não?
    Bom final de semana,
    Beijo, menina

  3. Tristeza essa situação, né querida?
    Beijocas

  4. Denise

    Esse problema de celular e notebook não é só no RJ!
    Aqui em São Paulo isso também ocorre, acho que é uma praga nacional.
    Eu evito sair com o note!!
    Quando saio de carro com ele, coloco no porta-malas enrolado num casaco velho!!

    Mas nem tudo é desgraça nesse país!!
    Nossas flores são lindas!!
    Visite se puder: TODAY’S FLOWERS!

    Participe se achalegal!

    Abraço

  5. Sonia,
    eu também ouvi um cobrador contando que um rapaz arrancara o celular de um passageiro em um ônibus, através do vidro da janela aberto. Ah, mas eu amo meu Rio de Janeiro.Feias por dentro são certas pessoas.
    Beijo,menina

    Valter,
    a gente já vive isolada em nossos ‘iglus’. Carro fechado, com vidros escuros, grades na janela, filme para escurecer o note, e tal. Sou a favor de se viver livremente, mas o que me assusta, nem é perder um bem material, mas sofrer uma violência por um indivíduo, ao fazer seu ‘ganho’ fácil.
    abraço, garoto

    Yvonne,
    Sim, é triste demais. Mas os cariocas não perdem o bom-humor, hehe. Saudades de ti, minha linda.
    beijo, menina

    Luiz,
    haha, note enrolado em um casaco? Cara, eu saio rápido do carro. Se eu ainda tiver de abrir porta-malas para pegar algo, vai ser fogo.
    Já visitei o blog das flores. Assim que eu tiver uma foto com flores, envio para você. Fiz a besteira de formatar um CD com todas minhas fotos, por engano. Pensei que já havia salvo a pasta com as imagens. Mas minha filha tem todas. Vou copiá-las de novo.
    abraço, garoto

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