
Brincando com onomatopéias é a terceira produção individual , lá no blog Na Roda de Leitura. Surgiu em uma aula sobre recursos de estilos, em que lemos o poema Trem de ferro, de Manuel Bandeira, esse aí abaixo. A aluna criou um poema em que explora o som da natureza, no caso, o barulho das ondas, e explorou o ritmo provocado pela repetição de palavras. Uma graça! Vai lá!
Trem de Ferro
Café com pão
Café com pão
Café com pão
Virge Maria que foi isso maquinista?
Agora sim
Café com pão
Agora sim
Voa, fumaça
Corre, cerca
Ai seu foguista
Bota fogo
Na fornalha
Que eu preciso
Muita força
Muita força
Muita força
(trem de ferro, trem de ferro)
Oô…
Foge, bicho
Foge, povo
Passa ponte
Passa poste
Passa pasto
Passa boi
Passa boiada
Passa galho
Da ingazeira
Debruçada
No riacho
Que vontade
De cantar!
Oô…
(café com pão é muito bom)
Quando me prendero
No canaviá
Cada pé de cana
Era um oficiá
Oô…
Menina bonita
Do vestido verde
Me dá tua boca
Pra matar minha sede
Oô…
Vou mimbora vou mimbora
Não gosto daqui
Nasci no sertão
Sou de Ouricuri
Oô…
Vou depressa
Vou correndo
Vou na toda
Que só levo
Pouca gente
Pouca gente
Pouca gente…
(trem de ferro, trem de ferro)
Vai lá e prestigie minha aluninha, tá!
imagem ondas











Ai eu amo onomatopéias, Aqui desde pequena que brincamos com essa do trem: Café com pão, bolacha não!Café com pão, bolacha não!
Um cheiro no coração querida e um lindo fim de semana, Que Deus te abençoe.
Ah, ah, eu também brincava disso!
beijo, menina
eu odiei esse saite é orrivel
É Manuel Bandeira, filha. Não tem nada de “Horrível” nele nem no “site”. Mas, há gosto pra tudo nesta vida.
beijo, menina